Contos Eróticos
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Uma noite fria, garrafas de vinho, confidências entre irmãs e um convite insistente no celular. No meio da madrugada, Juliana decide deixar a noite surpreendê-la.
por Lua Morena
Era pra ser um dia despretensioso, sem grandes novidades. Após um dia de trabalho, até pensava em tomar um vinho com a irmã. Estava hospedada no apartamento de Tais. Poderiam sair para conversar. Fazia tempo que as duas não trocavam confidências.
Quando Juliana chegou no apê, a irmã já estava à sua espera. Tais foi logo avisando que estava frio demais para saírem e que queria ficar por ali mesmo.
A taça brindava a amizade, o amor e a fidelidade de irmãs, num refrescante vinho branco. As conversas amenas começaram a engrenar e logo abriram a segunda garrafa. Agora mais encorpado igual ao rumo que a conversa estava tomando.
O celular de Juliana começou a piscar. Mensagens de um colega de trabalho. Ela estranhou um convite para um lanche despretensioso. Pelo menos era o que ele prometia. Apenas um lanche e nada mais.
Óbvio que não. Pensou ela.
O papo com a irmã foi se tornando mais confidencial. Elas revelavam ali entre uma taça e outra, desejos, necessidades, insatisfações, anseios, aspirações, decepções, medos.
Ao mesmo tempo, as mensagens no celular de Juliana não paravam. Gabriel insistia. Ele queria vê-la.
Ela, abrindo a terceira garrafa de vinho tinto, abria também uma conversa sem volta. As perguntas e respostas foram ficando mais intensas, mais instigantes.
E de repente, Juliana no meio da madrugada, num rompante de desejo, sem raciocinar, aceita se encontrar com Gabriel.
Lindo, forte, sorriso encantador. Ele parece divertido, bem humorado. As mulheres sonham com seu corpo escultural. As pernas e a bunda eram dignas de desejos avassaladores.
Juliana, sempre se divertia com os comentários femininos, mas nunca havia se atentado aos detalhes.
Ela sabia que aquela noite tinha deixado de ser uma noite qualquer. A conversa com a irmã já tinha revelado grandes segredos e essa saída no meio da noite seria mais um elo entre as duas.
Se trocou rapidamente e quando percebeu já estava dentro do carro do rapaz. Pronta para desvendar aquela noite misteriosa e se deixar levar para todas as possibilidades que se apresentassem diante dela.
Era livre, talvez nem fosse ela.
Em pouco tempo, ele parou o carro e, no meio da rua, a surpreendeu com um beijo. Santo Deus! Que beijo! Há muitos anos não tinha um beijo daquele. Envolvente, quente, intenso.
Já teria valido a pena, só por aquele beijo.
Foi quando ele gentilmente a convidou para irem a um motel bem próximo dali. Ela aceitou. Esperava pelo convite. Já tinha decidido que deixaria a noite surpreendê-la.
E sem nenhum pudor, Juliana se despiu para Gabriel. Toda sua vergonha, toda sua timidez se desfizeram como água. Ela se jogou completamente nos braços dele. Permitiu que sua boca percorresse seu corpo arrepiado de tesão. Tocá-la com suas mãos macias entre seus pêlos o deixava ainda mais sedento de prazer.
Não vai tirar os sapatos? pergunta ele. Ela disse: Não! E completa contando um de seus fetiches. Transar de salto alto lhe dá tesão.
Parecem em transe. Seus corpos nus, se entregam lentamente. Os seios de Juliana tocam o peito de Gabriel. Seu pau está enorme e duro. Seus sentidos a procuram e começa a desfrutar do calor da sua buceta.
Os olhos dela se fecham e o recebe vagarosamente. E naquele instante eles se entregam ao prazer definitivamente.
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Gabriel a convida para irem ao andar de cima. Eles sobem a escada e entram em um ambiente ainda mais provocante. Ela finalmente tira os sapatos e mais uma vez se entrega para ele.
Ele é jovem, viril e tem mesmo aquela bunda invejável. Agora ela pode sentir seu corpo macho, forte, delicioso.
É notável seu cuidado, seu carinho e sua atenção para que Juliana tivesse ainda mais prazer. E nesse momento, Gabriel a leva pra outra dimensão. Sua boca quente percorre o corpo de Juliana, lambe o bico dos seus seios, desce pela lateral em curvas, passa pela barriga e chega na virilha. Ela diz não, com ar de sim.
Gabriel pode sentir o gosto de tesão em sua boca. A respiração de Juliana fica mais forte. Sua buceta está molhada e quente.
A língua certeira de Gabriel encontra a excitação de Juliana. Ela geme alto, e mais alto e mais alto. E implora para que ele não pare. Louca de tesão puxa os cabelos de Gabriel. Ele continua, até que ela diz que não pode aguentar e vai gozar. Ainda mais animado, com aquela língua em movimentos circulares e ritmados em seu clitóris faz ela explodir, tremer de prazer e seu gozo se faz um rio.
Deitada na cama, ofegante e com aquela dorzinha de prazer ela diz que agora sim deve parar.
Eles ficam um tempo deitados, conversando, numa paz genuína...
Depois de recuperados, os carinhos são retomados. Seus corpos começam a ferver de novo. Que fôlego tem esse homem, pensa ela. Ele a vira de lado, aperta seus seios, beija sua nuca e coloca seu pau na bunda dela. Ela pode sentir, seu pau rígido e grande passando por sua boceta. Ele então se levanta, puxa um travesseiro e pede que ela fique de quatro para ele.
Juliana atende o pedido de Gabriel. Ele fica muito excitado. Então ele coloca seu pau bem na boquinha da boceta dela e vai enfiando bem devagarinho. Seu ritmo vai aumentando aos poucos. Juliana começa a gemer e isso o deixa ainda mais louco. Ele diz que ela é gostosa e ela pede que ele a foda com força. “Me fode mais!” “Goza em mim”, pede ela.
Gabriel puxa o cabelo de Juliana, deixando-a com mais tesão. Dominando, ele parece cavalgar.
Mais um tempo e eles retornam pro andar de baixo. Ao descer as escadas, ela percebe que ele a observa. Olha pro corpo dela, conferindo cada curva, cada detalhe. Isso a incomoda um pouco, mas não pode fazer nada. Se apressa e deita na cama para evitar os olhares de Gabriel.
Ele então fica de joelhos próximo ao seu corpo nu. Ela começa a masturbá-lo. Ela toda pequeninha, pensa: isso tudo não vai caber na minha boca. O pau dele é enorme.
O pau dele está entre as mãos de Juliana. E ela sabe mexer com ele. Enrijece, desliza, umedece entre seus dedos. Brinca com sua cabeça, lambe bem na pontinha. Soca ele dentro da mão fechada dela. Rodeia ele inteirinho. Entrelaça os dedos em volta dele e mantém seu pau nas mãos dela. Desliza firme, forte. Sobe, desce. Gabriel mostra como ele gosta. Ela segura com firmeza e com movimentos rápidos e curtos, o enlouquece. Ele não resiste e jorra.
Juliana começa a se vestir e Gabriel pergunta sobre a lingerie que ela está usando. Elogia sem saber que ele foi o único a conhecer.
Em êxtase com tanta intensidade, Juliana não sabe exatamente como isso começou e nem como vai terminar, mas tem certeza que foi capaz de respirar poesia.
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Uma tarde de domingo bem preguiçosa. Já tinha terminado a série favorita, fuçado um pouco as redes sociais e o tédio só aumentava. Tinha coisas do consultório para fazer, mas pensar em trabalho não a empolgava nem um pouco naquele momento.
por Lua Morena
Entrou no aplicativo de relacionamento e foi procurando alguém interessante. Frustrada, já ia desistir quando recebeu uma curtida do Lucas.
A foto não dizia muito e para dizer a verdade a descrição também não, mas resolveu provocar uma conversa. Aliás, provocar era algo bem comum naquela mulher loira, alta, de corpo definido, determinada e muito confiante. Características visíveis e que geralmente assustava os homens.
Lucas já era um homem maduro, bem resolvido, independente, mas bastante carente. Alto, cabelos pretos, olhos claros, usava uma barba rala e sorriso cativante.
A conversa fluiu desde o início. Semanas se passaram e eles se falavam todos os dias sobre os mais variados assuntos.
Ao contrário da maioria das pessoas que entra em sites de relacionamentos, eles não tiveram o impulso de um encontro ou ir logo falando de sexo.
A vida já havia imprimido aos dois a necessidade de cautela para saborear o percurso sem a urgência de antecipar os acontecimentos.
Essa leveza de muitos papos despretensiosos acabaram por provocar até uma certa excitação.
Com isso o fogo foi se acendendo e os papos foram ficando mais quentes. Marcaram um jantar com a promessa de que não colocariam grandes expectativas no encontro.
Era um restaurante francês que ficava numa cidade vizinha. Ele aguardava impaciente quando ela apontou na porta.
Lucas ficou estático. Não conseguia se mexer. Ela estava exuberante. Num vestido vermelho que contrastava com sua pele branquinha, usava um colar e brincos de pedras verdes esmeralda que iluminavam seus olhos esverdeados. A sandália preta com tiras finas deixava seus pés à mostra, o que causou uma excitação imediata.
Ele tentou deixá-la logo à vontade com assuntos bem humorados. Um pequeno decote no vestido vermelho começava a provocar os pensamentos de Lucas quando foram interrompidos pela garçonete, arrancando sorrisos tímidos dos dois.
Escolheram os pratos discutindo fatos curiosos da culinária francesa. Por não entender muito de vinhos, aceitou a sugestão do sommelier. Era um vinho branco com notas de abacaxi, floral e damasco, para acompanhar a entrada, um suflê de queijo Camembert com Gruyere, que dava um certo glamour ao início daquela noite.
Eles haviam trocado mensagens o dia todo, o que fez com que os dois já chegassem excitados. O papo era divertido e muito sedutor.
Ao ir de encontro com a taça, a mão de Lucas tocou na de Bia e logo ela sentiu um frio na espinha. Ele então a segurou com firmeza e levou a ponta de seus dedos com esmaltes sedutoramente vermelhos à boca e deu um suave beijo, pousando-a novamente na mesa. Bia sorriu satisfeita, já percebendo que sua lingerie se encharcava.
Curiosidades, risadas e algumas revelações quando chega o prato principal. Típico da culinária francesa, um cozido à base de frango e vinho Pinot Noir californiano, que não faziam a menor diferença. Os sentidos estavam todos pulsando apenas entre seus olhares, toques, sorrisos.
Dispensaram a sobremesa e ficaram apenas degustando o momento. A pouca timidez de Lucas já tinha se esvaído com a garrafa de vinho, quando ele começa a provocá-la por baixo da mesa.
Em princípio Bia ficou apreensiva mas gostou da ousadia e correspondeu. Algumas vezes só demonstrando com um suspiro mais intenso, outras também o tocando.Lucas sentia seu pau pulsar na calça apertada e não aguentando mais de desejo pula ao lado dela e a beija intensamente.
Eles deixam o restaurante numa SUV preta. Não pararam de se tocar em nenhum momento no caminho e o tesão só aumentava. No motel ele gentilmente pergunta se está indo rápido demais.
Bia é uma mulher decidida e sem amarras. Dona de si, diz que não, ao afirmar em pensamento que essa noite é toda dela.
Sua autoconfiança estimula Lucas a avançar e beijá-la loucamente. Sem ar ela se afasta e começa a se despir. Sua lingerie vermelha contrasta com sua pele branca.
Ele se senta na cama para se deliciar com aquele momento único e também vai se despindo. Ela se aproxima e o beija delicadamente. Impulsivo, ele a joga na cama e começa a beijar o seu pescoço e a excita com impetuosidade. Suga seus mamilos até endurecerem, desce beijando seu abdômen e sua boca desliza pelo seu corpo.
Bia sobe as pernas, roçando nas dele. Desce as mãos arranhando as costas largas de Lucas demonstrando seus desejos e já pode sentir aquela ereção latejante.Lucas alcança as coxas de Bia e continua a excitá-la com sua boca. Ela morde os lábios. Ele vê e sorri. Então começa a respirar forte próximo a sua abertura, mas não a toca.
Ela implora para que ele a toque. Ele atende. Numa lambida longa e depois circulando seu clitóris pode senti-la completamente molhada, sua respiração ofegante e seu corpo rígido.
Bia fecha os olhos e se entrega ao prazer. Um fogo súbito percorre seu corpo, em seus ouvidos instala o silêncio, sua língua se resseca e ela morre por alguns instantes.
Eles se abraçam por algum tempo e conversam sobre a noite. Uma risada seguida por um longo silêncio e ela sente que ele está pronto novamente.
Bia sobe sobre Lucas e percebe a cabeça de seu pau melada. Ele segura firme no seios dela e joga a cabeça para trás com os olhos fechados. Ela se acomoda para sentar no pau dele. Desce devagar sentindo cada centímetro explorando seu interior.
Começa a cavalgar quando o polegar de Lucas ataca seu clitóris circulando rapidamente. Suas costas se arqueiam mas continuam com seus movimentos ritmados.
Sua boceta inchada e sensível aperta o pênis de Lucas. Seus corpos suados estão em chamas. Ele ajuda impulsionando o quadril contra o corpo dela. Se contorcem de prazer e gozam violentamente.
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Andamos todos muito entorpecidos pela rotina, é verdade. Ando sentindo tanta falta de pessoas que comecei a fantasiar com elas.
por Loren Kaiza
Começou com uma só, sentada na poltrona ao lado da cama enquanto eu chupava o Pedro. Estava ajoelhada enquanto ele segurava meus cabelos num movimento de vai e vem bem molhado, minha boca salivando como se colocasse na boca de repente uma comida favorita — não deixava de ser também. Gostava especialmente desse momento: de sentir seu pau duro na minha boca, de ouvir os primeiros gemidos escapando enquanto eu conduzia o ritmo, de saber que tinha ele completamente nas minhas mãos mesmo estando ajoelhada. Foi aí que imaginei alguém nos assistindo dali, acompanhando com o olhar cada movimento. Me encheu de tesão pensar que alguém pudesse me ver chupar daquele jeito e levar o Pedro ao delírio, entre gemidos e espasmos, até gozar na minha boca. Queria me sentir observada, queria a sensação de ser vista, quase tocada com o olhar. Pensar nisso acendeu uma chama dentro de mim que não apaguei mais.
Quando terminamos e nos deitamos lado a lado, ainda trocando carícias e recuperando a respiração, ele perguntou:
— Nossa, você hoje tava intensa...— Você que tava uma delícia, mas... me deu um tesão... deixa pra lá.
— Não, me conta. O que te deu tesão?
Senti um frio na barriga, um misto de vergonha com o pudor batendo. Mas sempre fomos tão sinceros um com o outro que respirei fundo e contei:
— É que... eu imaginei alguém olhando a gente transar.
Estava deitada em seu peito, e quando disse isso ele se desvencilhou de mim. Prendi a respiração por uns segundos com medo de sua reação, mas ele calmamente se ajeitou para me encarar e disse, rindo:
— E você gostou disso?
Fiquei louca, encharcada, extasiada. Entrei em um fluxo tão gostoso que parecia que estava sonhando. Mas só respondi que sim, que o pensamento tinha vindo do nada, mas foi bem intenso.
— Sabia que também já pensei isso? Que alguém estivesse te olhando enquanto a gente transa? Acho que a gente podia conversar mais sobre isso, e quem sabe tentar? Só sermos olhados ou olharmos não arrancaria pedaço. Vamos amadurecer a ideia.
Em momento nenhum esperava que uma fantasia solta assim pudesse ser conversada — ecos do meu antigo relacionamento, onde isso jamais seria cogitado e eu ainda me sentiria envergonhada de dividir algo assim. Estávamos casados há seis anos, e ambos já nos interessamos por outras pessoas. Depois de algumas conversas no início, o combinado foi que não mentiríamos um para o outro — o resto a gente combinava na medida em que fosse acontecendo. Nunca fui muito ciumenta, ele também não. A regra máxima era só a verdade. E assim foi com essa fantasia.
Dali em diante, passamos a fantasiar em voz alta. Nosso convidado imaginário assistia tudo da poltrona ao lado da cama. Gostava especialmente de me imaginar sendo assistida na hora do oral. Enquanto sentia a língua do Pedro percorrer minha vulva buscando o clitóris, fechava os olhos e me deixava imaginar, sem medo. Se alguém estivesse ali nos assistindo, me veria contorcer inteira na medida em que sua língua explorava cada um dos meus cantinhos. Ouviria meus gemidos, observaria tudo que ele é capaz de fazer com meu corpo. Depois, veria sua barba suja do meu mel escorrendo, sentiria o cheiro de gozo e suor, o cheiro do nosso sexo tomando conta do quarto.
E quando a gente trocava de lugar e eu começava a chupá-lo, às vezes ele parava por uns instantes com o pau duro na minha frente, próximo ao rosto, me virava de lado pro espelho de um jeito que eu pudesse me ver, e falava:
— Imagina alguém te vendo engolir fundo assim!
Nos habituamos a brincar com os espelhos, imaginando como o estranho veria nossa imagem refletida. Quando me comia de quatro, puxava meu cabelo e me virava o rosto para nos encararmos através do reflexo. Olhávamos fundo nos olhos um do outro enquanto ele me metia bem forte e eu me tocava. Ficava extasiada nos assistindo — era como se saísse do meu corpo e minha visão fosse para esse terceiro que nos encarava ora do espelho, ora da poltrona. Uma presença inventada que tinha se tornado parte de nós, do nosso jeito de transar, de uma linguagem que só existia entre a gente.
E assim fomos seguindo os dias, sedentos por esses olhares que imaginávamos percorrendo nossos corpos nus, entrelaçados.
A possibilidade disso se realizar ainda estava longe — assim eu imaginava.
Até a noite em que estava na poltrona da sala, de roupão, e abri uma conversa com a Rafa. Éramos próximas o suficiente para que eu a beijasse de vez em quando, e próximas o suficiente para que esse assunto caísse na conversa sem cerimônia. Quando a ficha caiu, foi simultânea: percebemos ao mesmo tempo que tínhamos essa possibilidade literalmente nas mãos.
"Posso ser a terceira pessoa se vocês toparem. Vamos fazer uma chamada de vídeo?"
Fui chamar o Pedro com a voz meio trêmula e preferi entregar o celular sem comentar, deixando com que as palavras chegassem a ele por conta própria, direto da fonte. Ele leu, andou em círculos com as mãos atrás da cabeça, coisa que fazia quando estava nervoso ou empolgado demais — e respondeu que sim.
Em poucos minutos estávamos os dois na cama, com o notebook aberto na cabeceira, quando a chamada de vídeo conectou e o rosto dela apareceu na tela — sorrindo daquele jeito.
— Então, posso assistir vocês transarem? - abriu e fechou o mic só pra dizer isso com a maior naturalidade do mundo, como quem entra numa call de terça a tarde: o que eu adorei, sem som ficaria mais fácil.
Ela se ajeitou deitada de lada na cama, se apoiando em um dos cotovelos, jogou o cabelo de lado e começou a nos encarar. Do lado de cá nos ajeitávamos meio nervosos até que engatamos um ritmo.
Começou tirando meu roupão devagar e a gente se beijou, num beijo molhado e cúmplice de quem sabia o que estava fazendo. A alça da camisola escorregou de um jeito que um dos meus peitos ficasse de fora, e ele começou a beijá-lo. Em seguida desceu com a boca e começou a me beijar as coxas também, lambendo tudo que podia, cada cantinho por onde já sabia que ia me enlouquecer. Me agarrei ao travesseiro e comecei a nos assistir pela tela, ele de cueca com a cara enterrada na minha buceta.
Soltei o primeiro gemido de prazer ao perceber a mensagem que chegou no chat: "que delicia vocês". Eu ri e me segurei forte contra ele, percebendo que minhas pernas já começavam a dar pequenos espasmos de prazer. Já estava toda derretida, entregue à sua boca, quando ele parou e ordenou: "fica um pouquinho mais na vontade". Senti um leve desespero de ter o orgasmo adiado, mas ele veio por trás de mim e nos encaixamos deitados de ladinho de um jeito que desse pra ambos vermos a tela. Com uma das mãos comecei a me tocar. Com a outra, ele alcançou o lubrificante que estava na cabeceira da cama, se lambuzou e começou a percorrer da minha vulva pros peitos, como quem mostrasse pra câmera um caminho sendo percorrido ali. Depois colocou a camisinha e eu comecei a rebolar de leve sentindo seu pau duro, até começar a meter forte, levantando minha perna de um jeito que dava pra ver direitinho na tela seu pau me penetrando.
Outra mensagem da Rafa chegou: "vocês fodem gostoso do jeitinho que eu imaginava". Percebendo meu interesse no chat, ele sussurrou no meu ouvido: "sua amiga tá vendo a gente né? Vamo mostrar pra ela como você goza gostoso". Dizendo isso, começou a meter mais forte e ritmado, enquanto eu gemia deixando fluir do ventre e do peito todo o tesão que estava sentindo com essa cena. Com a ponta de um dos dedos pressionei o clitóris ritmada pela sua metida. Estava muito molhada — de lubrificante, da saliva que escorreu de sua barba me chupando, de mim mesma, do tesão que escorria em forma de fluido. E encarando a tela, a Rafa me olhava de volta, vidrada, enquanto levantava o vestido, colocava a calcinha de lado e se tocava com o vibrador.
Da ponta dos meus dedos e das metidas do Pedro na minha buceta começaram a brotar mil arrepios, correndo pelo corpo e lambendo tudo. As pernas tremeram, o peito apertou e gemi alto, entregue: gozei. E ainda enquanto me contorcia, ele gozou também, agora metendo mais devagar, me apertando e me mordendo o pescoço enquanto gemia. O cheiro do nosso sexo pairava no ar do quarto e nos enchia os pulmões, enquanto respirávamos ofegantes, extasiados com o que acabávamos de fazer. Nos encaramos, ele deitou em cima de mim e, ainda sorrindo, trocamos um beijo apaixonado.
— Pronto, fomos vistos... e agora? Sua amiga viu como você é uma delícia gozando...
Dizendo isso começou a me fazer cócegas e rolamos de lado, rindo ainda ofegantes.
Do outro lado da tela, a Rafa encarava a câmera de bruços na cama, com a mão no queixo — também sorrindo.
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Lara sente falta de tudo em Ryan — das mensagens bobas às broncas que ele não podia evitar, do corpo que raramente é só dela. Enquanto ele está longe, ela revive em detalhe a última vez que estiveram juntos: a chegada dele no quarto de hotel, o encontro que parecia desenhado sob medida pros dois, e a noite que terminou com ele confessando que a segunda vez foi ainda melhor que a primeira.
por LUA MORENA
Saudade das mensagens ao longo do dia, no meio do dia, ao meio dia, pra contar qualquer coisa, perguntar aleatoriedades, puxar assunto como ele gostava de dizer. Especialmente quando parecia especulação ou ciúmes. Já se justificando e pra evitar uma interjeição de insatisfação dela, dizia: "só tô puxando assunto, tá".
Até das coisas chatas ela sentia falta. Da nojentice, de ter que explicar que aquilo era machismo e precisava ser olhado com cuidado, do orgulho das viagens que ela não participava, mas que ele revelou algumas vezes, que gostaria que ela estivesse lá.
Mas ela nunca estava. Desejava, mas não era ela a dona da sua atenção privilegiada. Não era sua escolha. Ainda assim sonhava todas as noites, desejava seu sexo intenso e prazeroso, seu abraço seguro e aconchegante, seu cheiro excitante de homem.
Queria por mais uma vez esperar no quarto de um hotel, ansiosamente pela sua chegada. Enquanto se preparava com a música mais sexy, se erotizava com sua lingerie previamente escolhida e seu perfume único.
Sonhando acordada, ela lembra da sua chegada. Quando ela abria a porta e o recebia na ponta dos pés com as unhas vermelhas, num abraço interminável, um beijo lascivo. Empurrada contra a parede, ele cheirava seu pescoço como um cão farejador e deixava os pelos de todo o corpo de Lara completamente ouriçados.
Tentava se desvencilhar daquele homem enorme que a deixava pequenininha em seu abraço. Corria pra cama e o esperava ansiosa.
Nu, ele agarrava suas pernas e a puxava como um pedaço de carne para a beirada da cama. Se enfiava entre suas pernas e encaixava sua cabeça em seu quadril. Tudo neles parecia se encaixar perfeitamente. Como se o arquiteto tivesse planejado milimetricamente cada espaço de seus corpos.
Depois desse encaixe perfeito, ele sugava, lambia, beijava, sempre depois de dizer: "como eu queria estar aqui". Ele via no rosto dela o quanto ela amava sexo. Ela irradiava erotismo. Ele se excitava com tudo isso. Juntos se deleitavam um no outro, sobre o outro, sob o outro.
O corpo de Lara começava a ferver, com as mãos apertava suas próprias pernas, como se segurasse o tesão. Mordia os lábios e se contorcia para trás. A ponta dos pés se apoiavam e empurravam as pernas de Ryan. Ele beijava a lateral interna da coxa e sua respiração ofegante atingia o clitóris trazendo um arrepio. Ela sussurrava dizendo que ele a deixava louca e pedia para que ele não parasse.
Ryan voltava concentrado e com sua língua rodopiava a excitação de Lara. Ela se contorcia mais. Com as mãos Lara afastava seus lábios externos para que seu clitóris ficasse ainda mais exposto. Ele friccionava ainda mais a língua. Ela gemia alto. O pau dele latejava de excitação. Com pinceladas pela vulva acalmava um pouco mas ela pedia mais. Com as mãos empurrava a cabeça dele contra ela. Levantando um pouco seu quadril ela gozava com a cabeça dele enterrada entre suas pernas.
Ele então subia para a parte interna das coxas e marcava sua pele branca com uma chupada. Como uma prova que estivera ali, dominando o tempo todo. E só então deitava inteiramente sobre o corpo de Lara e com o olhar fixo dizia: sente teu gosto. E beijava ardentemente os lábios de Lara, compartilhando um doce sabor de orgasmo.
Toda mole e gozada ela recebia seu pênis, que sentia ainda os espasmos de prazer de Lara. Ele comentava o quanto ela estava quente por dentro. Ela concordava dizendo que estava pegando fogo, numa respiração mais relaxada com um ar de cansaço.
Ele então ritmava suas estocadas para que ela não saísse do transe. Ia aumentando conforme via em seu rosto um sorriso lascivo. Era isso que você queria?, perguntava ele. Então toma!, completava.
Lara só recebia aquele pênis viril que esfregava em seu clitóris ainda inchado. Ele empurrava cada vez mais. Ela dizia que ia gozar de novo. Que ele precisava parar um pouco para que ela retomasse a sanidade. Ele queria que ela se perdesse ainda mais em seus orgasmos.
Ao perceber que iria gozar ele parava abruptamente. Envolvia seu braço forte e tatuado em sua cintura e a virava numa ação muito rápida, a pegando de surpresa. Com a cabeça no travesseiro, ela posicionava o braço, para levantar um pouco. Ele novamente a puxava pela cintura a colocando de quatro.
Ele confessava: preciso gozar! Ela virava levemente a cabeça com um olhar libertino, aprovando sua necessidade. Ele se excitava ainda mais com aquele olhar, na posição que eles mais gostavam. Ele ia penetrando bem devagar. Ela sentia cada centímetro. Ela rebolava no pau dele. Ele ia cada vez mais forte. Ela autorizava: me fode! Forte! Até ele cair na cama acabado.
Pouco tempo depois ele dizia: você sabia que a segunda é melhor que a primeira?
Saudades.
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Giulia estava na caminhada de sempre quando um corredor moreno e misterioso passa por ela repetidas vezes, deixando um rastro de tesão a cada volta. Quando pensava que ele tinha desaparecido, é surpreendida contra o muro de uma rua mais discreta e reconhece ali o mesmo homem que a hipnotizou minutos antes. Entre sussurros e a certeza de que era consentido, Giulia se entrega a um encontro inesperado — e só mais tarde, em casa, percebe que talvez já conhecesse aquele estranho.
por LUA MORENA
Final de tarde e como de costume saiu para caminhar. Eram praticamente as mesmas pessoas que costumava encontrar, mas naquela tarde ele surgiu como uma aparição. De repente o mundo começou a girar em câmera lenta e rapidamente um raio como um flash passou por Giulia.
Moreno, sem camisa, suado, corpo escultural. O que será que tocava naquele fone de ouvido que o deixava tão focado em sua corrida?
Um momento que provocou um turbilhão de sensações. Segundos de êxtase provocados por um flash que por obra da arquitetura local se repetiu mais três vezes.
Na última volta ele saiu de sua inércia e apresentou um sorrisinho maroto de canto, o que a fez ficar corada já que ela não imaginava que tivesse sido flagrada torcendo por aquele giro.
Aquele corpo moreno, escultural, passando por ela, deixava um rastro de fragrância masculina que a excitava a cada volta. Até que ele desapareceu.
Não que esperasse algo mais, mas Giulia estava indo para casa com uma certa decepção quando de repente foi impulsionada contra o muro de uma residência, num local mais discreto.
Cauã a virou de frente e tapou sua boca para que ela não gritasse. Assustada, com os olhos arregalados ela fez que sim com a cabeça, concordando em não gritar. Ele então bem devagar foi tirando a mão de sua boca, afrouxando a outra mão que a segurava pelo braço e colocando uma das pernas entre as pernas de Giulia, separando-as.
Aproximou de seu ouvido e a acalmou prometendo que não faria mal algum. Deu um rápido e leve beijo em sua orelha, descendo pelo pescoço e fixando o olhar em seus olhos, sussurrando se certificou que seria consentido: "Você quer?"
Giulia tinha as pernas bambas. Não sabia se era do susto ainda ou da excitação daquele moreno maravilhoso pressionando seu corpo contra o dela.
Sem ar, ela respondeu que sim com a cabeça. Um turbilhão de pensamentos ressoavam a favor e contra aquela loucura que estava prestes a acontecer. Ela preferiu não escutar nenhum dos dois. Esvaziou seus pensamentos, se livrou de seus pudores, se libertou dos medos e deixou rolar.
Cauã segurou delicadamente seu rosto e começou a beijá-la ardentemente e Giulia correspondia apertando a cintura de Cauã. Ela então o abraçou com força demonstrando que estava tão excitada quanto ele, e pôde sentir seu pau duro a pressionando contra o muro.
Querendo ainda mais, Giulia arranhava as costas de Cauã sem piedade.
Cauã fazia questão de mostrar como estava excitado, roçando seu pau na buceta de Giulia. Quando ela começou a recobrar o juízo, pensando o que poderia acontecer ali, começou a dizer: "Aqui não!"
Com uma voz sedutoramente rouca, ele insistiu: "Aqui sim! Relaxa, está segura", garantia ele.
Cauã então começou a acariciar sua buceta que já estava molhada. Tirou seu pau pra fora e disse: "Sente como ele está! Você gosta?"
Com a boca seca de nervoso, ela só conseguia responder com a cabeça, sempre que, sim.
Ele puxou uma camisinha da carteira e colocou numa rapidez que demonstrava sua habilidade. Fixou o olhar em Giulia afastando seu short saia de ginástica e pode sentir a umidade em seus dedos. Mirou seu pau que pulsava de tesão, na excitação de Giulia e foi colocando devagarinho.
"Sinta!", ordenava ele, "sinta como você me deixou", completou.
Ritmado entrava e saia daquela mulher misteriosa e gostosa. Aquilo era tão excitante. Nenhum dos dois nunca imaginou que fosse capaz de uma loucura daquelas.
Quando ia gozar, ele parou. Fixou novamente o olhar em Giulia, a puxou pelo pescoço e a beijava incansavelmente. Parou de repente, e voltou a bombar, olhando para seu pau. Cada estocada, Giulia arqueava para trás com um gemido de prazer. Quando ela anunciou que iria gozar, ele foi mais forte e mais rápido e gozaram juntos.
Abraçou-a para recuperar o fôlego e proteger de algo que não sabia o que era. Foram se recompondo e recobrando a consciência. Já estava feito, foi maravilhoso e não havia espaço para julgamento.
Em casa, tomando banho, ela sorri revisitando cada detalhe do que havia acontecido naquela tarde e num instante, se lembrou que já conhecia aquele homem.
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O gel hidrata a região íntima. O creme nutre a pele de fora. Juntos, a rotina completa contra o ressecamento.
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Contos Eróticos
Contos Eróticos
Vítor sempre reparou nos pés de uma mulher antes de qualquer outra coisa, e os de Patrícia o hipnotizaram desde o primeiro encontro. Depois de um jantar numa noite quente, ele a convida para ficar com ele, e os dois vão para um motel. Ali, Vítor decide não ter pressa: descobre o corpo de Patrícia devagar, ainda com a sandália vermelha nos pés, até ela mesma assumir o controle da situação.
por LUA MORENA
Vítor tinha uma tara especial por pés. Sempre que saia com uma mulher tratava de logo verificar seus sapatos e principalmente seus pés.
Aquela mulher fascinante tinha mãos e pés lindos. Mas tudo nela era maravilhoso.
Ele estava completamente apaixonado e não sabia o que fazer para chamar a atenção de Patrícia.
Saíram algumas vezes, mas ele queria mais. Chamou-a para jantar numa noite estrelada e quente.
Patrícia estava com um vestido leve, esvoaçante, vermelho, que deixava sua pele ainda mais iluminada. Nos pés uma sandália de tiras finas também vermelha. E suas unhas combinavam exatamente com o tom do vestido.
Ele ficou enlouquecido com aquela morena, cabelos longos e pretos. Seu perfume embriagava e seu sorriso o paralisava.
Jantaram e ele então rapidamente a convidou para passar a noite com ele. Ela disse que não podia ficar, mas tinha ainda um tempinho.
Foram para um motel e ao entrar na suíte, já começaram a se beijar loucamente. Mas uma súbita sensação o tomou, tentando controlar a respiração e o pouco de juízo que lhe restava, resolveu curtir mais lentamente.
Ele foi tirando a roupa dela mais devagar, acompanhando o tecido que deslizava pelo corpo de Patrícia, ia beijando cada pedacinho de seu corpo.
Deitou-a na cama delicadamente. Em pé diante dela, pode ver todo seu corpo completamente nu. Apenas com sua sandália vermelha que a deixava absurdamente sexy.
Aquela cena ficaria em sua memória para sempre.
Se livrou de suas roupas o mais depressa que pôde. Abaixou e começou a beijar os pés de Patrícia. Tirou suavemente as sandálias ao mesmo tempo que massageava e beijava. Percebeu que ela estava totalmente excitada.
Aquelas unhas vermelhas, perceber o seu tesão, o deixavam fora de si. Ele começou a lamber seus dedos, chupar e Patrícia se contorcia na cama, agarrando os lençóis brancos contrastados com as unhas vermelhas das mãos. Ela implorava para ele parar, mas ele percebia que ela queria mais.
Subiu lentamente pela suas pernas, passando pela lateral interna das coxas, chegando em sua abertura completamente encharcada. Quando chegou em seu clitóris, Patrícia já estava entregue e gozou em sua boca.
Vitor alcançou a boca de Patrícia e deu um beijo ardente de tirar o fôlego. Sorriu sem tirar os lábios dos dela.
Ela o empurrou violentamente para fora da cama. Assustado ficou parado e levou outro golpe contra o peito que o jogou sentado em uma poltrona. Ela continuou deitada. Só se aproximou um pouco dele até seus pés alcançarem seu pau.
Começou então a massagear o pau de Vitor que estava duro como uma rocha. Ele tinha uma visão privilegiada de todo corpo de Patrícia aberto para ele, enquanto ela fazia aquelas manobras com os pés em seu pau.
Ele nunca tinha sentido nada igual. Aquele corpo todo para ele, uma mulher linda e seus pés, ah seus pés. Uma habilidade inigualável. Ela subia e descia com os pés em seu pau, de forma cuidadosa mas impunha uma pressão que deixava o seu corpo todo quente e rígido de tesão.
Olha fixamente em seus olhos mas com uma cara de safada, mordia os lábios, sorria com o canto da boca, se deliciando com os delírios de Vitor.
Ele não se conteve. Jorrou nos pés de Patrícia deixando as unha vermelhas tomadas por sua porra quente.
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Contos Eróticos
Contos Eróticos
por Loren Kaíza
Você já viveu o momento exato em que a transa fica com gosto de “me come por trás”? Comigo é bem raro, mas acontece. Principalmente com Leo, um amante que surge na minha vida pelas entressafras de relacionamento.
Aconteceu da primeira vez enquanto transávamos numa noite chuvosa lá em casa. Estávamos os dois jogados no tapete da sala, trocando beijos com tanta intensidade que parecia que o mundo ia acabar. Usava uma blusa branca de dormir e uma calcinha fio dental pra provocar mesmo, dessas que a gente escolhe a dedo pra ser notada, sabe? Ele estava de calça jeans e sem camisa, revelando apenas parte da cueca meio de fora (e preta, do jeito que eu gosto). Combinamos dele ir lá em casa ouvir os últimos discos que tinha garimpado na feira de antiguidades – pura desculpa, mas a gente joga e joga!
Ele era um desses casos mal resolvidos que sempre voltam quando a gente termina um namoro e, gostava que fosse assim, furtivo, casual.
Eu só não imaginava que essa noite reverberaria tanto pelos meus próximos meses, invadindo minhas fantasias enquanto me tocava e, meus pensamentos enquanto tentava gozar com outros, perseguindo a mesma sensação.
Rolávamos pelo tapete devorando cada pedacinho do corpo um do outro, buscando prazer nos mínimos toques, com intensidade mas, sem pressa, como quem saboreia um prato favorito em seus mínimos detalhes. Comecei de brincadeira a rebolar por cima dele ainda enquanto estávamos vestidos, sentindo a textura de sua calça por cima da minha calcinha e me esfregando, para frente e para trás, enquanto fui me sentindo molhada, em transe a cada movimento dessa brincadeira.
Por quanto tempo mais aguentaríamos?
Quis pagar pra ver.
E acho que foi justamente isso que me fez querer mais e mais, ir além.
Virei de costas pra ele, deixando minha bunda empinada com o fio dental à mostra e segui rebolando, sentindo seu pau duro quase explodir o jeans. Com uma das mãos ele terminou de abrir o zíper e puxar a cueca pra baixo. Com a outra, me agarrou pelos cabelos enquanto se sentava impaciente, me puxando na direção da virilha num pedido mudo e que eu adorava: cair de boca.
Enquanto chupava até o fundo, sentia minha buceta pulsando, querendo engolir tudo que houvesse pelo caminho – suas coxas, seus dedos, seu pau, o mundo inteiro, que fosse!
E em uma das vezes que levantei a cabeça pra respirar entregue e salivando de desejo, puxei o seu corpo num abraço e caímos juntos, deitados no tapete. Agora a impaciência era minha: queria ele dentro de mim e queria logo!
Me virou de bruços, puxou minha calcinha pro lado e meteu num ritmo forte e constante. Senti como se nos fundíssemos, com nossas peles continuando uma na outra e nossos quadris colados, me empurrando contra o chão a cada metida e fazendo com que fosse impossível fugir de seu corpo e do peso do meu desejo. Enquanto me estocava até o fundo, sentia meu clitóris pulsar e também chegar à beira do orgasmo com o vai e vem da minha vulva contra o chão. Foi em uma dessas estocadas que ele escorregou de leve e, tentou meter atrás. E eu, que logo alertaria dizendo “buraco errado”, senti que continuar era a coisa mais certa a se fazer naquele momento.
Eu já havia feito anal outras vezes em um contexto programado, onde o racional falava primeiro, para atender um pedido, nunca assim, por vontade própria! Não afastei, não corrigi – muito pelo contrário, me empinei mais. Senti meu corpo tremer inteiro de desejo quando ele começou a forçar devagarinho, reconhecendo que a estratégia por ali era outra. Começou a alternar as tentativas com umas esfregadas de leve, fazendo com o pau um carinho na frente e atrás, na frente e atrás, na frente e...
Fui ficando cada vez mais louca, cada vez com mais vontade que ele comesse meu cu, vontade de estar nesse lugar de quem dá o cu e sentir tudo que pudesse. Quando entrou de vez, eu tive um lampejo: estava acontecendo porque eu quis!
Me entreguei ao seu deleite e a tudo que veio depois: a pressão das metidas que eram sentidas de alguma forma também pela minha buceta, ao peso do seu corpo, aos seus gemidos quase roucos, num estado de prazer que eu amava - o de ver outra pessoa gozar. E ele o fez com gentileza, tirando o pau e terminando de se tocar pra gozar na minha bunda. Sem perder tempo, aproveitei a memória fresquíssima e a sensação da porra escorrendo ali atrás e me toquei também, fazendo um montinho com as mãos e, de bunda pra cima mesmo rebolei pressionando o clitóris até também gozar.
• • •
Perdi as contas de quantas outras vezes me toquei, lembrando dessa sensação.
Das transas que comecei achando que aconteceria o mesmo e terminei em mais do mesmo...Das vezes em que gozei com outro fantasiando essa noite.
Até que me dei conta de que não perseguia o ato de dar o cu em si, mas o exato momento em que meu desejo, à revelia dos tabus, disse um grande sim.
Loren Kaíza
Óleo Sensações
Óleo íntimo com quatro ativos que entregam quatro sensações alternadas em uma só aplicação. Os Terpenos acalmam a mente. O Jambu faz vibrar em sensação de tremor suave. A Canela aquece em calor progressivo. A Hortelã refresca em contraste térmico. Uso exclusivamente externo.
Quero sentir
Contos Eróticos
Contos Eróticos
Dois casais num barzinho, uma curiosidade que ninguém confessa em voz alta e uma sugestão que muda a noite. Eles acabam num motel com suíte interativa, dois quartos separados apenas por um vidro, onde tudo pode ser visto e nada pode ser tocado. A provocação começa de um lado, é respondida do outro, e cresce até o vidro deixar de fazer sentido. Quando as portas finalmente se abrem, o que era olhar vira encontro, e os quatro descobrem o que estavam imaginando desde o bar.
por Lua Morena
Dois casais em um barzinho, entre uma risada e outra, não conseguiam parar de imaginar os outros despidos, o gosto, ou como seria o toque entre eles.
Eis que a mais novinha, Thati, com cara de santinha, mas a mais safada da mesa, sugeriu:
“Por que não vamos para um lugar, onde possamos ficar mais à vontade?”
Então, seguindo a sugestão dela foram para um motel que possuía uma suíte interativa. Cada um em seu quarto, divididos apenas por um vidro.
A novinha começou a se despir, e a provocar o casal que estava bem ali, do outro lado do vidro, enquanto seu marido deslizava sua mão em cada centímetro de seu corpo, aumentando a vontade de abrir a porta que os separavam…
Os dois estavam encantados com a outra mulher. Misteriosa e deliciosamente sexy, Fernanda, com seu salto alto, seus seios fartos e cintura fina estava ali pertinho.
A novinha Thati já podia imaginar o acompanhante dela, Paulo, a tocando, enquanto elas se beijavam, bem ali, na frente de seu esposo, Eduardo, que simultaneamente tocava a mulher sexy misteriosa. Em um misto de excitação, desejo e prazer.
Fernanda entendeu a provocação. Se despiu ficando apenas de lingerie enquanto seu parceiro tirava a camisa e abria o zíper. Ela ajoelhou-se e começou a chupar seu pau. O casal visualizava toda expressão de prazer daquele homem, que às vezes, arqueava para trás. Ela de costas, os dois só podiam ver sua bunda naquele fio preto.
Paulo ajudou a levantar e a jogou na cama. Se ajoelhou e começou a tirar os lindos sapatos que Fernanda usava.
Enquanto isso, Thati e Eduardo já despidos, deitados na cama da outra suíte, acompanhavam a cena. Bastante excitados, ele já penetrava sua mulher completamente úmida. Ao perceber que o casal oposto estava observando, Eduardo virou Thati de bruços, a puxou pela cintura deixando-a de quatro.
Thati sabia da tara que Fernanda tinha pela sua bunda, então empinou mais ainda, para o marido. Eduardo pegou em seus longos cabelos ruivos e a penetrava cada vez mais fundo. Ela gemia intensamente.
Completamente nua, Fernanda começa a passar seu pé no pau de Paulo que foi descendo a calça. Ele se deitou em cima dela e começou a beijá-la loucamente.
Fernanda olha para o casal ao lado e num sinal o convida para acompanhá-los na hidromassagem. Thati e Eduardo mudam de suíte.
Todos em silêncio, apenas uma música ambiente, entram na banheira e só aí começam a conversar. Para descontrair ainda mais os rapazes servem uma bebida.
Thati é a mais desinibida e toma iniciativa. Dentro da banheira, vira-se de costas para Fernanda e vai se afastando entre suas pernas e encosta seu corpo no dela. As duas parecem pegar fogo lá embaixo.
Fernanda ajeita o cabelo de Thati para o lado e as duas começam a se beijar. Os rapazes estão vidrados naquela cena. Fernanda então desce suas mãos contornando os pequenos e rígidos seios de Thati. Ela solta um gemido, quando Fernanda puxa seus mamilos e contornam os bicos com suas unhas vermelhas. Já prevendo que essas hábeis mãos irão descer até sua excitação, Thathi dá um suspiro de tesão.
Os meninos continuam só olhando.
Fernanda vai descendo as mãos cheias de espumas pelo corpo de Thati e alcança sua buceta que está ardendo em chamas. Começa a massagear. Thathi arqueia para trás já sentindo seu corpo todo queimar.
Fernanda olha fixamente para os meninos e sorri. Nesse momento os corpos deles despertam da inércia que haviam sido atingidos.
Paulo coloca sua bebida ao lado e começa a massagear os pés de Fernanda. Ele sabe o quanto isso lhe dá tesão. Eduardo continua observando e de vez em quando leva o copo à boca umedecendo sua garganta que seca com a respiração acelerada.
Thati não aguenta mais e pela primeira vez treme nas mãos de Fernanda. É um prazer indescritível.
Elas trocam de lugar.
Paulo continua massageando os pés de Fernanda. Elas têm olhares provocantes. Se beijam novamente, excitando ainda mais aqueles homens que já estão com seus membros latejantes. Voltam os olhares para eles.
Thati percebe que Eduardo não tira os olhos dos fartos seios de Fernanda e então ela começa a estimulá-los. Paulo puxa Fernanda pelos pés em sua direção, mas Thati a segura fazendo com que o corpo de Fernanda se levante um pouco, expondo ainda mais seus seios e totalmente sua buceta.
Paulo não perde a oportunidade e começa a chupá-la. Eduardo avança nos seios de Fernanda. Beija Thati e volta aos seios de Fernanda fazendo um instigante revezamento. Fernanda goza rápido, está muito estimulada com tudo que acontece.
Os dois se sentam na borda da banheira. Estão extremamente excitados. Fernanda chupa Paulo e Thati seu esposo. Mas eles precisam de mais, querem a troca. Querem sentir outras bocas. As duas então mudam de posição. Os dois jorram quase que ao mesmo tempo.
Num sincronismo surpreendente, as duas passam a língua nos lábios e se levantam para deixarem a banheira.
Secas, eles as conduzem até a cama. Elas deitam e começam a se beijar. Eles invadem a cama. Paulo coloca seu pau na boca de Fernanda que já segura o membro de Eduardo. Thati desce suas mãos pela cintura fina de Fernanda e começa a estimulá-la. Fernanda pega seu vibrador e encosta na buceta de Thati que já está melada de tanto tesão...
Lua Morena
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QUERO SENTIR
Contos Eróticos
Contos Eróticos
Uma tarde roubada no meio do expediente, um motel na cidade vizinha e um encontro rápido demais. Depois que Ryan volta para sua cidade, Lara sabe que não vão se ver outra vez, e o que sobra são as mensagens. Num fim de semana qualquer, a conversa banal vira provocação, e ela começa a escrever o que aconteceria se ele estivesse ali. A narrativa cresce, se torna real no corpo dela, e Ryan não consegue esperar o fim. Lara termina sozinha, com a única companhia que tinha à mão.
por Lua Morena
Eles aproveitaram para fugir do escritório no meio do expediente. Foram para um motel na cidade vizinha.
Eles tinham pouco tempo. Com a pressa que lhes aceleravam e com o desejo que os consumiam, tiraram a roupa rapidamente.
Ela vestia um vestido branco, justo que acentuava suas curvas. Usava joias douradas que combinavam com o brilho de seus olhos.
Ele sempre de terno escuro, aquele dia era azul marinho. Ela tinha tesão em homens de terno.
Ryan desejava imensamente aquela morena. E ela adorava ser desejada por ele.
Ele era rápido. “Quero você gemendo pra mim”. E imediatamente começou a agarrar e abraçá-la com aqueles braços fortes. “Nossa como estava com saudades de você. Precisava te ver. Sentir seu cheiro. Sentir você”.
Ela retribuiu o abraço com menos intensidade mas não escondeu que também queria ouvi-lo gemendo em seu ouvido.
E aquela fugida do trabalho naquela tarde ensolarada fez-se memória inesquecível. Ele se foi.
Precisava voltar para sua cidade, retomar sua vida e sonhar.
As mensagens no celular eram constantes e o desejo só aumentava.
No fim de semana, eles falavam de coisas banais quando Lara viu seu corpo incendiar novamente.
Ryan havia provocado.
“Preciso te ver novamente. Com mais tempo. Preciso de você Lara. Não consigo tirá-la da cabeça. Quero você gemendo para mim novamente”.
Lara retribuiu mesmo à distância. Sabiam que não se veriam mais. Doía para ela, mas era preciso que fosse assim. As mensagens amenizavam essa distância necessária.
“Também quero você gemendo pra mim, enquanto enfia seu pau duro bem devagar. Quero sentir ele entrando, me preenchendo. Quero que me mostre o quanto me quer.”
Era exatamente isso que ela media o tempo todo. O quanto aquele homem a desejava realmente, o quanto ele precisava dela.
Ryan se silenciou.
Lara continuou.
” Quero seu corpo forte em cima do meu. Sua boca macia e firme no meu pescoço me arrepiando de tesão”.
Meio que sonhando, Lara foi narrando aquela aventura delirante de prazer como se ela estivesse realmente acontecendo.
“Suas estocadas vão ficando mais fortes. Você segurando meus braços sobre a cabeça. Eu não consigo nem me mexer. Tento mexer meus quadris pra demonstrar o quanto está bom tudo isso.”
Deitada em sua cama, escrevendo aquelas mensagens Lara foi ficando cada vez mais excitada, molhada. Se remexia na cama, revirando os lençóis como se realmente estivesse vivenciando tudo aquilo.
Continuou.
“Você me segura com força. Minha garganta está seca”.
Ela engole em seco, começa a transpirar, o ar começa a faltar. Mas Lara não desiste.
“Respiração ofegante. Você olha fixamente nos meus olhos. Respiro fundo. Jogo a cabeça pra trás. E você vai mais rápido. Eu imploro. Não pare. Me fode.
Você diz: você é MINHA. Diz que você é minha.
Eu: não.
As pancadas ritmadas contra minha buceta encharcada ficam mais fortes como uma punição. Suas mãos apertam mais fortemente as minhas ainda presas sobre minha cabeça.
-Diga que você é MINHA.
-Eu sou sua!
-Agora goze pra mim!, você ordena”.
E Lara foi interrompida. Ryan dizia o quanto ela o deixara excitado e que estava se masturbando lendo cada palavra do que ela escrevia. E que não pode se conter. Havia gozado antes mesmo dela terminar sua narrativa erótica.
Como ela estava sozinha e pegando fogo, abriu a gaveta ao lado de sua cama e pegou seu óleo que vibra e fez a sua melhor companhia.
ÓLEO SENSAÇÕES
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Contos Eróticos
Depois de muitos anos de casamento, um sexo ainda bom mas sem novidade, e um desejo que o marido guardava em segredo — ter duas mulheres —, Ana decide dar a ele um presente de aniversário diferente. Programa uma viagem só para os dois, para uma cidade onde ninguém os conhece, e arquiteta em silêncio um plano que vai além dos limites que o casal sempre respeitou. Entre o jantar regado a vinho, o táxi e o elevador lotado, a tensão sobe antes mesmo de chegarem ao quarto. É lá, com a chegada de uma convidada inesperada, que JP entende o que sua esposa preparou — e os três se entregam a uma noite que nenhum dos dois vai esquecer.
por LUA MORENA
Era aniversário do seu homem. Muitos anos juntos e o casamento já não tinha muitas novidades.
O desejo nunca se apagou entre eles. O sexo era maravilhoso. Mas nunca foram além do convencional, dos seus limites.
Tinha sim fantasias, uns brinquedinhos, géis e essas coisinhas mas tinha muito a ser realizado ainda.
Aquele ano seria diferente. Era uma promessa dela pra ela mesma.
Ele sempre desejou ter duas mulheres. Uma com certeza seria ela.
Programaram uma viagem apenas os dois. Numa cidade diferente, grande onde ninguém os conhece.
Procurou um site de acompanhantes e contratou a mulher mais sexy e desejável.
Deixaram as bagagens no hotel e saíram pra jantar. Ela estava previsivelmente ansiosa e não conseguia disfarçar seu nervosismo.
JP percebeu algo estranho mas achou que era ansiedade natural da viagem.
Jantaram no melhor e mais romântico restaurante da cidade. Beberam vinho tinto, duas garrafas.
Já de pileque, entre uma risada e outra, os dois se pegavam dentro do táxi como se tivessem acabado de se conhecer. Um tesão enorme tomava conta daquele casal que tinham tanta intimidade que se falavam pelo olhar.
Sacaram mais uma garrafa de vinho no bar do hotel e subiram. Não deixaram de se tocar nem no elevador lotado. Aquilo estava ainda mais excitante.
Ana sentia um vazio ácido no estômago e já pensava em desistir. Ideia que evaporou rapidamente com ajuda do álcool, que a deixava ainda mais corajosa, radiante, deliciosa.
Minuciosamente ela colocava seu plano em prática e tudo estava dando certo até ali. Pediu que JP abrisse o vinho enquanto ela tomava uma ducha.
Antes de sair do banheiro ela já sacou da necessaire o seu lubrificante, aplicou logo dois pumps de Lube. Após a menopausa ela adquiriu hábitos que trazem muito mais conforto e prazer para seu corpo.
Incomum na cidade, até o calor que fazia, contribuía com aquela mulher não menos quente.
Ana saiu e foi a vez de JP. Ele queria que ela voltasse para o chuveiro quando o telefone da suíte começou a tocar.
Ela autorizou a subir e quando ele saiu do banho se deparou com uma mulher alta, loira, de cabelos longos, muito bonita.
Olhou confuso para sua esposa e ela com um sorriso safado entregou uma taça de vinho a convidada.
JP ficou ali, imóvel, sem saber o que fazer, com a boca aberta. Sara tomou iniciativa e desenrolou a toalha da cintura de JP deixando cair ao chão.
Nesse momento parece que tudo ficou meio que em câmera lenta.
Ana vestia uma camisola preta bem curtinha, que quando ela andava aparecia a pontinha do bumbum. Aquilo era de uma sensualidade explosiva. Foi em direção de Paola e começou a ajudá-la a se despir.
JP que estava bem excitado ao sair do banho, agora sentia seu pau latejar e de repente havia entendido tudo.
Não conseguia raciocinar direito mas estava muito confortável. Fato, que o álcool ajudava um pouco.
Completamente embaraçado ele pegou uma taça de vinho pra ele e só naquele momento percebeu que haviam três taças na suíte.
Foi em direção de Ana com duas taças na mão entregando uma a ela e ao mesmo tempo sem dizer uma palavra, perguntou o que ele deveria fazer.
Ana era o elo entre eles. Sensualmente tomou um gole de vinho e avançou na boca de seu homem dando-lhe um beijo lascivo. Paola vestindo apenas uma lingerie branca, cinta-liga, encostou seus seios fartos na costa de Ana conectando aquele trio.
O corpo das duas eram tão perfeitos que se encaixavam em curvas.
JP quase não acreditava no que estava acontecendo e deixou fluir. Beijava sua esposa, apertava, mordia, abraçava até que sentiu suas mãos tocando outro corpo e o seu se arrepiou.
Em êxtase ele finalmente tinha duas mulheres. Os três se esfregando foram para a cama que ainda estava intacta. O lençol alvo com as fibras gritando de tão esticadas, recebia aqueles corpos já úmidos e trêmulos.
JP deitou primeiro e foi se ajeitando no meio da cama se preparando para receber uma de cada lado.
LUBE HIALUCARE
Hidratante íntimo que lubrifica e restaura. Alívio instantâneo do ressecamento e do desconforto íntimo, com hidratação profunda de Duplo Ácido Hialurônico e Pantenol para fortalecer e cuidar da pele íntima todos os dias.
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Contos Eróticos
Depois de um relacionamento longo, Carol enfrenta o desconforto de estar solteira de novo e marca um encontro com Lucas num pub de rock. A timidez do início dá lugar a uma conexão que cresce copo a copo, até o primeiro beijo — e o convite dela para irem embora juntos. No caminho para o flat dele, a ansiedade vira entrega total, numa noite guiada pelo desejo de descobrir, sem pressa, cada centímetro um do outro.
por LUA MORENA
Combinaram de se encontrar num pub para tomar cerveja. Carol estava tímida. Vinha de um relacionamento longo e já não sabia como era estar solteira. Colocou uma roupa descolada para se sentir mais jovem e fez uma maquiagem discreta.
Trocaram várias mensagens e no horário marcado lá estava ela tremula, com gelo no estômago, passando mal.
De repente se vestiu de coragem e entrou no bar. Lucas já aguardava ansioso, levantou rapidamente para cumprimentá-la.
Passaram a noite conversando e curtindo o rock que uma banda tocava no fundo do bar. Os bancos eram altos e ele às vezes encostava um pouco nela, tentando uma aproximação, até que a surpreendeu com um beijo delicioso.
Lucas segurou o rosto de Carol para beijá-la ardentemente. É um beijo lascivo.
Ele então deixou seu banco de lado e ficou por muito tempo ali encostado em Carol, olhando a banda tocar. Às vezes se virava pra mais um beijo ou um comentário qualquer.
Com os braços enlaçando Lucas, Carol ia explorando seu corpo. Já com efeito da cerveja, Lucas entrelaçou suas mãos nas de Carol e as enroscou no bolso da calça. Seria um ato natural se ela não pudesse imediatamente sentir sua ereção.
Já passava das duas da madrugada e Carol tomou iniciativa e o convidou para irem embora. Ele sem nem perguntar solicitou um carro de app e indicou o caminho de seu flat.
Eles já estavam alegres da bebida e com um pouco mais de loucura correndo nas veias. Lucas avançava em Carol dentro do carro e a beijava loucamente, até que ele falou no ouvido dela: “Quero sentir o seu gosto”.
Ela entendeu, mas não imaginou que seria ali, naquele momento. Lucas conversou qualquer coisa pra distrair o motorista. Com uma das mãos na coxa de Carol, foi escorregando seus dedos para dentro dela.
Carol não estava acreditando na loucura que estava acontecendo. Ele chupava os dedos e colocava dentro dela e depois devolvia na boca e foi fazendo esse movimento até Carol interrompê-lo.
No flat ela pediu pra ir ao banheiro. Com ajuda da bebida se despiu de qualquer timidez e de suas roupas e apareceu apenas de lingerie. Ele estava sentado na cama e ela foi logo subindo nele.
Beijava mas não tomava outras iniciativas e ele já cheio de tesão, num golpe rápido a jogou na cama e se posicionou em cima dela. Começou a tirar seu body de renda preto.
A calça jeans de Lucas atrapalhava e ele resolveu se livrar logo dela. Estava uma delícia naquela boxer preta.
Carol não se privou e foi logo chupando o pau de Lucas que estava completamente rígido. Ela não se cansava de dizer o quanto era grande seu pau.
Enlouquecido de tesão, ele pediu que Carol parasse. Ele precisa tomar um fôlego e recuperar seu equilíbrio ou a noite iria terminar rápido demais.
Saiu da cama e puxou Carol pelas pernas até sua bunda chegar na beirada. Se abaixou e começou a chupá-la intensamente. Ela se contorcia na cama e implorava para que ele parasse, mas ele só mudava de estímulo.
Subia e lambia seus seios que estavam rijos e arrepiados de tesão. Descia pelo abdômen e voltava a chupar seu clitóris. E quando ela voltava a se contorcer ele parava e lambia suas orelhas, beijava sua boca intensamente. Com as mãos como se fosse enforcá-la, massageava seu pescoço e descia novamente para sua excitação.
Tudo isso ficou mais divertido porque quando ela foi ao banheiro, passou o poderoso gel beijável de jambu em sua vulva.
Ela implorava para que ele parasse com aquela tortura e a deixasse gozar. Ele, então, a golpeou novamente e a girou de bruços, dando um tapa na sua bunda. O que a fez gemer e se arrepiar toda.
Passou os braços pelo abdômen dela e a puxou para cima a deixando de quatro e numa estocada só, a penetrou, fazendo-a gozar intensamente.
Ele não parou. Continuava suas estocadas ritmadas, fortes, que desequilibravam Carol por inteiro. Lucas então puxou os cabelos de Carol, e como se estivesse montando nela, foi entrando cada vez mais fundo.
Carol estava completamente preenchida por Lucas quando ele finalmente jorrou e em seguida, delicadamente acomodou-a na cama para recuperarem os sentidos.
Lua Morena
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Um gel íntimo natural com efeito sensorial marcante. Com extrato de jambu e ativos botânicos, aumenta a circulação e desperta os sentidos, num toque que começa suave e evolui aos poucos até ficar intenso.
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Contos Eróticos
Uma noite de salsa à beira mar, um isqueiro pedido como pretexto e um olhar que já dizia mais que qualquer conversa sobre música latina. Loren Kaíza narra o encontro entre dois estranhos que se reconhecem primeiro pelo corpo — no jogo dos passos, na provocação da dança, no roçar que antecede o beijo. Entre o improviso da rumba e o costume do forró, os dois encontram um ritmo comum que os leva da pista para uma varanda voltada ao mar, onde a urgência que cresceu na dança finalmente encontra destino. Uma crônica sobre desejo, coragem e o instante em que dois estranhos decidem ficar.
por
Loren Kaíza
Você chegou pedindo um isqueiro por entre bailados, braços e quadris de uma roda de salsa cumbieira, e, mais do que seu cigarro, mais do que uma chama por entre seus dedos, acendi uma fagulha aí, nesse par de olhos – ou será que já não havia acendido ao longe?
Minha mão mal tocou a sua pegando o isqueiro de volta e eu notei dedos e punhos, pelos e antebraço, e, com os olhos fui subindo e encarando o que houvesse pelo caminho: a camisa de flanela meio aberta, o peito meio à mostra, a barba meio branca e o cabelo meio preso, me deixando assim meio com vontade de saber como era seu corpo nu.
Engatou uma conversa sobre comercialização da música latina, Shakira, Bad Bunny e Rosalía, queria me convencer que Carlos Puebla e Buena Vista sim, eram tradicionais – e como discordar? Deixei que falasse um tanto, atenta ao seu sotaque e, cansada de observar, movida por um impulso de quem encontrou o que queria por entre tantos outros olhares, te chamei pra dançar, primeiro com o corpo, que foi se movendo com a música em meio à conversa, enquanto ainda falava sem parar, tentando te silenciar com o movimento dos meus quadris. E você continuou entrando na minha, me segurou de leve pelas mãos e foi acertando o passo no fogo imaginário que brotava da música e seguia, em nossa direção. Pouco a pouco fui tirando casaco e lenço, escolhidos para aplacar o frio do mês de junho à beira mar. Era o movimento me esquentando, ou a sua proximidade?
Nossos passos encontraram um ritmo comum e se encaixaram. Você, familiar com a rumba. Eu, pegando o fio da meada pelo costume com o forró. Foi aí que, de repente, de tanto os quadris se seguirem, falávamos a mesma língua, sincronizados. E aconteceu então o encaixe inevitável, a fagulha que faltava para seguirmos para o ponto em que eu queria desde que pus os olhos em você: um beijo.
Senti todo o entorno se dissolver e foi como se restassem apenas nós. Com a ponta dos dedos você foi passeando pelas minhas costas e subindo pelos cabelos, fazendo com que o contraste do suor da nuca com o vento frio da noite levantasse um arrepio. Já com a outra mão, você me agarrou pela cintura, me levando pra mais perto e colando nossas coxas, num movimento cada vez mais intenso, buscando no roçar da pele todo o prazer que houvesse pelo caminho.
Um riso frouxo de satisfação me invadiu quando senti o volume que surgia da sua virilha e você percebeu, mas tentou disfarçar. E nessa hora, por praga ou providência dos deuses anti voyeuristas, o ritmo da música mudou, ficando mais animado, nos deixando feito gato e rato, acumulando uma tensão que precisava desaguar. Só pra te provocar me afastei, balançando a saia com as mãos, subindo de leve deixando as coxas à mostra e te fazendo vontade. E pra seguir com esse clima e me espezinhar, você também se exibiu ali na minha frente, terminando de tirar a camisa e deixando o peito à mostra. Se alguém me contasse de um par assim eu ia querer assistir a tudo, ser expectadora dessa situação. Por isso sigo, escrevendo pra ficar na sua memória e fixar na minha sim, cada pedaço dessa noite.
Quando nos reaproximamos com a dança (você sem camisa e eu com a saia presa nos quadris), nenhuma dúvida restava do nosso próximo passo: você me sussurrou alguma coisa em espanhol, que naquele momento me soou a coisa mais sexy do mundo, e me puxou pela mão, com uma urgência que agora também era minha. Passamos pelo caminho iluminado de tochas ao lado do quiosque e fomos para a parte de trás, numa varanda que dava direto para o mar. Respirei fundo como quem estivesse criando coragem para um mergulho, mas você, sem cerimônia nenhuma e como se visitasse um lugar já conhecido, se meteu por entre minhas pernas, por debaixo da minha saia — foi seu o mergulho, o salto certeiro, o próximo passo: eu estava completamente excitada.
Sua falta de cerimônia pra cair de boca, sempre ela, me fazendo ficar com ainda mais tesão, perder mais fácil a razão, me entregar!
Me segurou pelos quadris enquanto passeava com a língua pela minha boceta e eu rebolei o tanto que pude, como se ainda dançássemos – e quem disse que assim não era? A música chegava em ondas pela madeira da cabana, se misturava ao barulho do mar e esqueci do tempo lá fora, das pessoas próximas, de qualquer outro ponto além daquele em que sua boca insistia. Foi aí que eu gozei num urro/risada que subiu do meu ventre feito uma serpente, disparando junto meu coração.
De longe, alguém gargalhou. A tocha mais próxima chacoalhou com o vento. A música continuava, assim como as ondas quebrando na praia, e todo um mundo ao redor, que havia sido suspenso, retomava seu curso. Guardamos juntos o segredo do que houve nessa noite e o primeiro sim que demos um ao outro: dois estranhos que escolheram enxergar um no outro um lugar que valia a pena chegar, se demorar, ficar.
Loren Kaíza
ÓLEO SENSAÇÕES
Um óleo. Quatro sensações em camadas — tudo em uma só aplicação. Terpenos, Jambu Amazônico, canela e hortelã pra acender o que a rotina apagou e fazer o corpo lembrar como responder.
QUERO SENTIR