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10 dicas para cuidar melhor da sua saúde íntima em 2026

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10 dicas para cuidar melhor da sua saúde íntima em 2026

por Feel
Cuidados de higiene e prevenção para evitar desconfortos íntimos e doenças! 
A candidíase ama o seu biquíni molhado - Feel

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Como evitar candidíase no verão: cuidados íntimos essenciais para os dias quentes

por Feel
Confira alguns cuidados importantes para se prevenir durante o verão.
Depilação e verão: quais cuidados você precisa ter?

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Depilação e verão: quais cuidados você precisa ter?

por Feel
Alguns passos importantes pra você ter sua pele lisinha, macia e mais bonita durante todo o verão!
Qual a melhor cor de calcinha para o Réveillon?

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Qual a melhor cor de calcinha para o Réveillon?

por Feel
Descubra o significado das cores da calcinha no Réveillon e como potencializar o prazer com um ritual íntimo completo.
Libido baixa: 3 sinais que o seu corpo está pedindo cuidado

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Libido baixa: 3 sinais que o seu corpo está pedindo cuidado

por Admin Feel
A libido não some “do nada”.Quando o desejo diminui, o corpo está sinalizando algo — e entender esses sinais é o primeiro passo para recuperar o prazer de forma leve, natural e sem culpa. Se você se identificou com isso, respira: não é frescura, não é falta de interesse, não é “coisa da sua cabeça”.É o seu corpo pedindo atenção. A verdade é que o desejo feminino é profundamente influenciado por fatores como rotina, estresse, hormônios, saúde íntima e até a qualidade das suas relações. E quanto mais cedo você acolhe esses sinais, mais fácil fica reconectar corpo, mente e prazer. Na Feel, acreditamos que libido baixa é um convite ao autocuidado, não um motivo de vergonha.Por isso, reunimos os sinais mais comuns — e que muitas mulheres ignoram. 1. Você até gosta da ideia de sexo… mas não sente vontade de começar Esse é um dos sinais mais frequentes.A imaginação aceita, o corpo nem tanto. Quando a libido está baixa, existe uma distância entre o “eu até toparia” e o “eu realmente quero”.Isso acontece porque o cérebro está sobrecarregado: tarefas, demandas emocionais, cansaço mental.Com tanta coisa consumindo energia, o desejo simplesmente fica em segundo plano. E está tudo bem. Não é desinteresse, não é problema no relacionamento — é o seu corpo pedindo respiro. 2. Seu corpo demora a responder ao toque A excitação física pode demorar mais quando: o estresse está alto, os hormônios estão oscilando, existe ressecamento ou desconforto, você está desconectada do próprio corpo. Lubrificação lenta, menor sensibilidade e dificuldade para “entrar no clima” são respostas naturais a esse cenário — não falhas suas. O corpo não é uma máquina. Ele precisa de presença, cuidado, hidratação e segurança para sentir com liberdade. 3. Cansaço e estresse viraram prioridade… e o desejo ficou por último A rotina é uma das maiores inimigas da libido feminina.Quando você vive no modo “resolver tudo”, o prazer é o primeiro a ser sacrificado. E há ainda os fatores biológicos: hormônios, ciclo menstrual, fase da vida, saúde mental… tudo isso influencia a forma como o corpo responde ao desejo. A boa notícia?Libido baixa tem causa — e tem solução.Com informação, autocuidado, equilíbrio e produtos seguros, é possível recuperar a conexão com o próprio prazer. Reconectar com sua libido é possível — e começa com gentileza A Feel existe para lembrar que a sua saúde íntima importa todos os dias.Não apenas nos momentos de intimidade, mas na rotina, nos pequenos cuidados e na forma como você se olha no espelho. Seu desejo não está quebrado.Seu corpo só está pedindo atenção, acolhimento e tempo. E você merece sentir prazer de novo — no seu ritmo, no seu corpo, na sua história.
O orgasmo não desaparece com a idade — ele se transforma

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O orgasmo não desaparece com a idade — ele se transforma

por Admin Feel
Com a queda natural de estrogênio, o corpo passa por ajustes que podem deixar a resposta sexual mais lenta. Isso é fisiologia, não falta de libido. O que muda é: o tempo necessário para a excitação, a necessidade de mais estímulo, a importância do conforto, e a presença — física e emocional — durante a experiência. Quando o corpo recebe esses elementos, a resposta volta. E volta forte. O prazer 60+: mais consciente, profundo e emocional Muitas mulheres 50+ e 60+ relatam que essa fase traz um tipo de prazer diferente — e, para muitas, até melhor do que antes da menopausa. Elas descrevem o orgasmo maduro como: mais consciente mais lento (sem pressa, sem cobrança) mais intenso e espalhado pelo corpo menos ansioso e mais emocional É outro ritmo. Outra presença. Outro tipo de entrega. Desejo mais lento não significa menos desejo A velocidade da resposta muda — e está tudo bem.Um desejo que leva mais tempo para aquecer não é falta de libido. É apenas o corpo funcionando de um jeito novo. O potencial permanece exatamente o mesmo. O clitóris não perde função Um dos mitos mais comuns sobre sexualidade madura é o de que o clitóris “enfraquece” depois da menopausa. Isso não é verdade. O que pode acontecer é: diminuição da lubrificação natural, maior sensibilidade à dor, ressecamento da pele íntima. E dor desliga o prazer. Por isso, hidratação íntima, lubrificação adequada e estímulo confortável fazem toda a diferença para que o corpo volte a responder como antes — ou melhor. É uma questão de cuidado, não de idade. O papel da hidratação íntima no orgasmo maduro A pele íntima precisa de conforto para que o prazer aconteça sem dor.Produtos hidratantes seguros e adequados para uso diário ajudam a: minimizar o ressecamento, reduzir desconfortos, aumentar a elasticidade, melhorar a sensibilidade. Com a região confortável e hidratada, a resposta ao toque e ao estímulo volta naturalmente. O que a ciência diz sobre orgasmos após a menopausa Estudos mostram que mulheres 60+ continuam tendo orgasmos: frequentes, satisfatórios, intensos, e, muitas vezes, melhores do que antes da menopausa. A experiência, a maturidade, o autoconhecimento e a liberdade emocional dessa fase são aliados poderosos do prazer. Prazer maduro é saúde, autonomia e qualidade de vida Falar sobre orgasmo 60+ é falar sobre: saúde íntima, autonomia sobre o próprio corpo, autoestima, direito ao prazer em todas as fases da vida. O prazer não diminui com o tempo. Ele ganha outras formas de acontecer. O prazer não tem prazo de validade O corpo muda.As sensações mudam.O que desperta o desejo também muda. Mas o potencial para sentir prazer permanece vivo, ativo e profundo em qualquer idade. Quando você entende o seu corpo — e cuida dele com respeito — o prazer amadurece junto.E pode se tornar ainda melhor.
O que é o orgasm gap e por que o prazer feminino ainda é desigual?

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O que é o orgasm gap e por que o prazer feminino ainda é desigual?

por Admin Feel
Descubra o que é o orgasm gap, por que o prazer feminino ainda é desigual e como informação, tempo e autonomia ajudam a fechar essa diferença.
Os novos 40: quando a maturidade vira sinônimo de liberdade, prazer e autocuidado

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Os novos 40: quando a maturidade vira sinônimo de liberdade, prazer e autocuidado

por Admin Feel
Se antes os 40 eram tratados como uma linha de chegada, hoje eles são o ponto de partida. Uma nova geração de mulheres está ressignificando o que significa amadurecer: não é sobre voltar no tempo — é sobre se reconhecer no próprio corpo, com informação, autonomia e zero vergonha. Somos as primeiras a falar de prazer com naturalidade. A expor dúvidas que antes eram sussurradas. A buscar soluções reais para o ressecamento, para a queda da libido, para aquela sensação silenciosa de desconexão. E tudo isso sem pedir permissão. Chegar aos 40 não é o começo do fim — é o começo da consciência corporal Com a maturidade vem uma clareza que não tínhamos aos 20: o corpo muda, sim, mas nós mudamos junto com ele. Entendemos nossos limites, nossos desejos, nossos ritmos. E, principalmente, entendemos que o prazer não é capricho: é saúde. A geração dos 40+ quer sentir o corpo no presente, sem pressão estética, sem a corrida exaustiva contra o tempo. Quer viver uma sexualidade mais madura, mais livre, mais alinhada com o que realmente importa: bem-estar, conforto e conexão. Por que tantas mulheres redescobrem o prazer depois dos 40? Porque é exatamente nessa fase que muitos tabus caem. E a vida íntima, que antes ficava em segundo plano, passa a ser prioridade. Não é raro que, ao redor dos 40, apareçam sinais de ressecamento, sensibilidade ou queda de libido. Não por “falta de vontade”, mas por transformações hormonais naturais. E quando o corpo muda, o cuidado também precisa mudar. Aí entra o papel do autocuidado íntimo — não como estética, mas como parte do bem-estar físico e emocional. Autocuidado íntimo é maturidade — e prazer também Na Feel, acreditamos que prazer é saúde. Que toda mulher merece se sentir viva, hidratada, confortável e conectada com o próprio corpo, em qualquer fase da vida. Que hidratar a pele íntima não é frescura.Que lubrificar não é vergonha.Que explorar novas sensações não é “coisa de jovem”. É autonomia. É conhecimento. É liberdade. Uma nova geração sem tabu As mulheres de hoje não querem esconder seus desejos. Querem entendê-los. Querem ferramentas seguras, naturais e eficazes para cuidar da pele íntima com o mesmo carinho que cuidam do rosto ou do corpo. E fazem isso com: Mais informação Menos culpa Zero tabu Muita coragem de sentir Porque amadurecer é, no fundo, se conhecer de verdade.
O beijo de 6 segundos: por que ele pode transformar sua vida sexual

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O beijo de 6 segundos: por que ele pode transformar sua vida sexual

por Admin Feel
Seis segundos.É só isso que o seu corpo precisa para lembrar o que é conexão. Um gesto simples — e muitas vezes esquecido — capaz de reacender o desejo, fortalecer o vínculo e devolver presença ao que a rotina tende a automatizar. O psicólogo John Gottman, referência mundial em pesquisas sobre relacionamentos, identificou que um beijo de 6 segundos é suficiente para gerar intimidade real. Curto o bastante para caber no dia a dia. Profundo o bastante para ativar o corpo de novo. Durante esse beijo, o cérebro libera oxitocina, o hormônio do afeto, da confiança e do prazer. É como apertar um botão interno que lembra o corpo do que ele ainda sente — e do que ele deseja sentir. Mas quando o toque vira protocolo, o beijo vira formalidade.E o prazer… se distancia. O antídoto? Voltar a beijar de verdade. Seis segundos de presença.Um beijo com intenção.É o tempo necessário para reacender a química, abrir espaço para o desejo e reconstruir a intimidade. E se você quiser potencializar essas sensações no toque, o Gel Vibrante de Jambu Intenso é uma porta de entrada acessível e imediata. Com jambu, ele aquece na medida certa, desperta a pele e transforma o toque em experiência. Você também pode conhecer outros aliados para aumentar a conexão, como o Lube HialuCare, para hidratação íntima, e o Gel Deslizante Refrescante, perfeito para aumentar a sensibilidade da pele com um toque geladinho. O que muda não é o tempo — é a intenção. O beijo de seis segundos pode parecer pequeno, mas a ciência mostra o contrário. Ele é capaz de reativar o desejo, fortalecer o vínculo e devolver ao corpo aquilo que a pressa tirou: presença e prazer. E isso transforma relações — com o outro e com você mesma.
“Mulheres solteiras estão no mapa da fome.”

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“Mulheres solteiras estão no mapa da fome.”

por Admin Feel
A frase viralizou como se explicasse quem somos.Mas quase ninguém parou para perguntar: fome de quê? A verdade é que a nossa fome não é de alguém.É de tudo o que é real: respeito, prazer sem culpa, relações que fazem sentido e escolhas que nascem do nosso corpo — não da pressão social. Ser solteira nunca teve a ver com falta.Tem a ver com presença.Com autonomia para sentir por vontade própria, com clareza sobre quem somos e com a liberdade de não aceitar migalhas. Hoje, somos 81 milhões de mulheres solteiras no Brasil, e isso fala muito mais sobre força do que sobre solidão. Autonomia para colocar o autocuidado íntimo no centro da rotina, para construir relações mais verdadeiras e para viver o prazer no nosso tempo, no nosso ritmo, sem justificativas. Enquanto dizem que estamos “com fome de amor”, a verdade é que estamos muito bem nutridas de liberdade — e com fome apenas de mais verdade. Na Feel, acreditamos que o bem-estar íntimo começa quando você assume o controle do seu corpo, do seu prazer e da sua própria história. Por isso, criamos conteúdos e produtos que te apoiam nessa reconexão: desde uma rotina de autocuidado íntimo, passando pelo resgate da libido feminina, até a construção de uma relação mais leve com o próprio desejo através de fórmulas naturais de bem-estar sexual. Porque sentir é um direito.E você é quem escolhe cada capítulo.
Sexo agendado: falta de desejo ou maturidade emocional?

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Sexo agendado: falta de desejo ou maturidade emocional?

por Admin Feel
O desejo não surge do nada — ele se constrói. E quando existe intenção, o prazer pode ser ainda mais intenso.A ideia de que o sexo precisa ser espontâneo o tempo todo é um mito. Na verdade, a antecipação também desperta o corpo e a mente. A ciência explica: o prazer pode ser planejado Estudos recentes sobre o comportamento sexual humano mostram que a antecipação ativa áreas do cérebro ligadas à dopamina e à excitação (Neuroscience of Sexual Behavior, 2023).Em outras palavras, quando você se prepara, o corpo entende o desejo antes mesmo do toque.O prazer deixa de ser acaso e passa a ser construção. Planejar o sexo não significa rigidez, mas intencionalidade — uma forma madura de reconexão com o corpo e com o outro. É reservar tempo para si, para o toque e para a presença. Desejo é prática, não sorte Assim como o corpo precisa de estímulo físico, a mente precisa de contexto emocional.O desejo floresce quando há espaço para ele: quando o corpo é cuidado, a pele é tocada com atenção e o prazer é encarado como parte do autocuidado. Pequenos rituais ajudam a criar esse espaço.Um banho demorado, uma massagem, o uso de um óleo calmante natural, o cuidado com a hidratação íntima ou o simples ato de limpar e preparar o corpo com um sabonete íntimo suave já sinalizam ao cérebro que é hora de sentir. Sexo consciente é autocuidado Agendar o prazer não é falta de desejo — é autoconsciência.É entender que o corpo tem ritmos, que o desejo pode ser cultivado e que a intimidade precisa de espaço para florescer.Quando a mente está pronta, o corpo responde com mais lubrificação, mais conexão e mais intensidade. O prazer, assim como qualquer outra forma de bem-estar, se nutre de presença e de intenção.E reservar tempo para ele é uma forma de escolher a si mesma.
Saúde íntima e autoestima: o cuidado que começa por dentro

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Saúde íntima e autoestima: o cuidado que começa por dentro

por Admin Feel
Cuidar da região íntima é também cuidar de si. A saúde íntima vai muito além da higiene: está ligada ao conforto, à confiança e à forma como cada mulher se relaciona com o próprio corpo. Quando esse cuidado é negligenciado, o impacto não é apenas físico — a autoestima também sente. Como a saúde íntima influencia a autoestima A região íntima é sensível e responde rapidamente a fatores como estresse, alterações hormonais, uso de anticoncepcionais, menopausa e até hábitos diários de higiene. Quando há ressecamento, coceira, irritação ou desconforto, é comum que a mulher se sinta menos confiante e até evite o toque ou relações sexuais. Esses sintomas, embora comuns, não são normais — e merecem atenção. Manter o equilíbrio da flora vaginal e o pH adequado é essencial para evitar infecções e preservar o conforto no dia a dia. O autocuidado como forma de reconexão A autoestima cresce quando o cuidado íntimo deixa de ser tabu e se torna um ritual de bem-estar. Escolher produtos seguros, com pH equilibrado e fórmulas delicadas, ajuda a recuperar a sensação de conforto e naturalidade no corpo. Momentos simples — como usar um hidratante íntimo diário, um sabonete suave ou até um creme vulvar nutritivo — podem se transformar em gestos de carinho consigo mesma. São pequenas ações que fortalecem a relação com o próprio corpo e ajudam a resgatar a confiança e o prazer. Sentir-se bem é parte da saúde A saúde íntima não é apenas ausência de sintomas: é sentir-se bem, confortável e confiante no próprio corpo. Quando o cuidado é feito com atenção e naturalidade, ele se reflete na postura, na autoestima e até na forma de se relacionar. Cultivar essa conexão é entender que o prazer e o bem-estar são partes legítimas da saúde feminina.