Embalos de sábado à três

Embalos de sábado à três

por Admin Feel
Depois de muitos anos de casamento, um sexo ainda bom mas sem novidade, e um desejo que o marido guardava em segredo — ter duas mulheres —, Ana decide dar a ele um presente de aniversário diferente. Programa uma viagem só para os dois, para uma cidade onde ninguém os conhece, e arquiteta em silêncio um plano que vai além dos limites que o casal sempre respeitou. Entre o jantar regado a vinho, o táxi e o elevador lotado, a tensão sobe antes mesmo de chegarem ao quarto. É lá, com a chegada de uma convidada inesperada, que JP entende o que sua esposa preparou — e os três se entregam a uma noite que nenhum dos dois vai esquecer.

por LUA MORENA


Era aniversário do seu homem. Muitos anos juntos e o casamento já não tinha muitas novidades.

O desejo nunca se apagou entre eles. O sexo era maravilhoso. Mas nunca foram além do convencional, dos seus limites.

Tinha sim fantasias, uns brinquedinhos, géis e essas coisinhas mas tinha muito a ser realizado ainda.

Aquele ano seria diferente. Era uma promessa dela pra ela mesma.

Ele sempre desejou ter duas mulheres. Uma com certeza seria ela.

Programaram uma viagem apenas os dois. Numa cidade diferente, grande onde ninguém os conhece.

Procurou um site de acompanhantes e contratou a mulher mais sexy e desejável.

Deixaram as bagagens no hotel e saíram pra jantar. Ela estava previsivelmente ansiosa e não conseguia disfarçar seu nervosismo.

JP percebeu algo estranho mas achou que era ansiedade natural da viagem.

Jantaram no melhor e mais romântico restaurante da cidade. Beberam vinho tinto, duas garrafas.

Já de pileque, entre uma risada e outra, os dois se pegavam dentro do táxi como se tivessem acabado de se conhecer. Um tesão enorme tomava conta daquele casal que tinham tanta intimidade que se falavam pelo olhar.

Sacaram mais uma garrafa de vinho no bar do hotel e subiram. Não deixaram de se tocar nem no elevador lotado. Aquilo estava ainda mais excitante.

Ana sentia um vazio ácido no estômago e já pensava em desistir. Ideia que evaporou rapidamente com ajuda do álcool, que a deixava ainda mais corajosa, radiante, deliciosa.

Minuciosamente ela colocava seu plano em prática e tudo estava dando certo até ali. Pediu que JP abrisse o vinho enquanto ela tomava uma ducha.

Antes de sair do banheiro ela já sacou da necessaire o seu lubrificante, aplicou logo dois pumps de Lube. Após a menopausa ela adquiriu hábitos que trazem muito mais conforto e prazer para seu corpo.

Incomum na cidade, até o calor que fazia, contribuía com aquela mulher não menos quente.

Ana saiu e foi a vez de JP. Ele queria que ela voltasse para o chuveiro quando o telefone da suíte começou a tocar.

Ela autorizou a subir e quando ele saiu do banho se deparou com uma mulher alta, loira, de cabelos longos, muito bonita.

Olhou confuso para sua esposa e ela com um sorriso safado entregou uma taça de vinho a convidada.

JP ficou ali, imóvel, sem saber o que fazer, com a boca aberta. Sara tomou iniciativa e desenrolou a toalha da cintura de JP deixando cair ao chão.

Nesse momento parece que tudo ficou meio que em câmera lenta.

Ana vestia uma camisola preta bem curtinha, que quando ela andava aparecia a pontinha do bumbum. Aquilo era de uma sensualidade explosiva. Foi em direção de Paola e começou a ajudá-la a se despir.

JP que estava bem excitado ao sair do banho, agora sentia seu pau latejar e de repente havia entendido tudo.

Não conseguia raciocinar direito mas estava muito confortável. Fato, que o álcool ajudava um pouco.

Completamente embaraçado ele pegou uma taça de vinho pra ele e só naquele momento percebeu que haviam três taças na suíte.

Foi em direção de Ana com duas taças na mão entregando uma a ela e ao mesmo tempo sem dizer uma palavra, perguntou o que ele deveria fazer.

Ana era o elo entre eles. Sensualmente tomou um gole de vinho e avançou na boca de seu homem dando-lhe um beijo lascivo. Paola vestindo apenas uma lingerie branca, cinta-liga, encostou seus seios fartos na costa de Ana conectando aquele trio.

O corpo das duas eram tão perfeitos que se encaixavam em curvas.

JP quase não acreditava no que estava acontecendo e deixou fluir. Beijava sua esposa, apertava, mordia, abraçava até que sentiu suas mãos tocando outro corpo e o seu se arrepiou.

Em êxtase ele finalmente tinha duas mulheres. Os três se esfregando foram para a cama que ainda estava intacta. O lençol alvo com as fibras gritando de tão esticadas, recebia aqueles corpos já úmidos e trêmulos.

JP deitou primeiro e foi se ajeitando no meio da cama se preparando para receber uma de cada lado.

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