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Feel entrevista a fotógrafa Maria Ribeiro - Feel

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Feel entrevista a fotógrafa Maria Ribeiro

por Time Feel
“A representatividade é essencial na construção de uma relação saudável da mulher com o próprio corpo.” Maria Ribeiro é bem mais do que uma fotógrafa. Maria Ribeiro, fotógrafa e idealizadora do projeto @mariaribeiro_photo Há anos, ela vem desenvolvendo um trabalho direcionado a empoderar mulheres através de ensaios naturais, artísticos e que não envolvem a manipulação das imagens. Com o projeto “Nós, Madalenas” fotografou cem mulheres de diferentes corpos e contextos com a palavra que representa feminismo para cada uma estampada em seus corpos, o projeto se tornou um livro, workshops e palestras que rodaram o mundo. Convidamos a fotógrafa para uma conversa sobre o seu trabalho, sua história e, claro, a nossa relação com o sexo e o empoderamento. Foto de Maria Ribeiro - Instagram mariaribeiro_photo Como você se descobriu fotógrafa e quando se despertou para a linha de trabalho que tem hoje? Eu sou formada em audiovisual e quando eu estava estagiando, comecei a trabalhar em uma equipe de moda e publicidade e acompanhar os bastidores da criação do padrão estético que a gente consome como sociedade. Isso foi um lugar de muitos questionamentos pra mim, ver a quantidade de photoshop que é usada faz a gente idealizar corpos que não existem e esse lugar de não mostrar os corpos das mulheres da forma como eles são em realidade, como se fosse um tabu que não pudesse mostrar corpos de verdade com manchas, marcas, dobras, poros, etc. Então a partir desses questionamentos, comecei o meu primeiro projeto que foi o “Nós, Madalenas”. Nesse projeto cada mulher escrevia com batom no corpo, uma palavra que representava o feminismo na sua trajetória. E a gente fazia um retrato em preto e branco, artístico e sem nenhuma manipulação de imagens. Esse projeto tinha duas premissas iniciais. A primeira era mostrar os corpos reais com tudo o que mulheres de verdade têm e questionar esse padrão estético que é imposto pela mídia. E a segunda era cada mulher se apropriar da sua narrativa saindo de um lugar de objeto para um lugar de protagonismo e autonomia dos seus corpos e histórias. Tanto que quando esse projeto se transformou em um livro, além das fotos, ele trouxe um relato de cada uma delas compartilhando suas trajetórias. Você criou uma experiência única para fotografar mulheres. Como surgiu esse processo? Ele começou com o “Nós, Madalenas” em 2014. A experiência que eu tinha antes era com fotografia de moda, publicidade. Quando fotografei mulheres de uma forma tão íntima e profunda, comecei a sentir que precisava de mais ferramentas para que essa fosse uma experiência de cura e transformação e não de mais insegurança e angústia. Porque é difícil se deparar com um corpo real quando a gente só está sendo alimentada com corpos que não existem. Então, lá atrás, eu comecei a entender que precisava de outras ferramentas que eu precisei criar. Eu comecei a trazer elementos de escuta, aconchego e acolhimento para que esse processo fosse melhor para cada mulher. Ao longo dos anos, me aprofundei em muitas áreas e fui trazendo o que eu tinha de melhor para o meu trabalho. Estudei aromaterapia, frequentei um ashram, aprendi muito sobre respiração, meditação, movimento corporal, música, processos de troca e escuta. Foram muitos anos pra criar o que hoje eu chamo de vivências fotográficas que é um processo de encontro e autoconhecimento, de cura e autocuidado. A gente faz todo um trabalho inicial para quando chegarmos nas imagens, a mulher esteja em uma conexão tão profunda consigo mesma que seja realmente transformador. Foto de Maria Ribeiro - Instagram mariaribeiro_photo Quais foram os seus maiores aprendizados e desafios com a fotografia feminina? Tudo o que eu aprendi, criei e concretizei para criar as vivências fotográficas foram tanto aprendizado quanto desafio porque a gente está lutando contra a corrente. Quando vamos contra o que a grande mídia produz, dissemina, contrata e quer que seja produzido, já que é interessante para o patriarcado e o capitalismo, disseminar imagens que nos trazem insegurança, falta de amor próprio, baixa auto-estima e falta de autoconfiança. O capitalismo está sempre criando mais problemas no corpo da mulher para depois nos vender solução. Eu acho que esse, na verdade, é o maior desafio. No Instagram vemos na sua bio, a seguinte frase: “Fotografia e feminismo para emancipar mulheres!”. Por que você acredita que a fotografia é uma ferramenta poderosa no processo de libertação e reconexão da mulher com o seu corpo? A imagem é uma ferramenta de comunicação muito poderosa, ela passa uma mensagem em apenas alguns segundos só de bater o olho nela. Segundo Naomi Wolf em “O Mito da Beleza”, a estratégia do mito para nos oprimir é disseminar milhões de imagens do ideal em voga. E por que isso? Porque rapidamente associamos esse ideal ao nosso signo de beleza. Então, inconscientemente quando vemos uma imagem e ela não está dentro daquilo que nos é bombardeado todos os dias como uma definição do que é belo, a gente descarta e rejeita. . Foto de Maria Ribeiro - Instagram mariaribeiro_photo   A maioria de nós teve os ideais da nossa identidade feminina formada pelo externo (imagens e estereótipos formadas pela mídia, a sociedade, etc). Para você, como podemos quebrar esse ciclo e acolher o nosso corpo de uma forma mais real e saudável? A gente precisa de imagens que façam o oposto. Que trazem cura, diversidade, inclusão e representatividade para todos os corpos poderem se conectar e se compreender como signos de beleza. Quanto mais a gente consumir dessa imagem, mais a gente desaprende, a gestão excludente, hegemônica e eurocêntrica de beleza que a gente aprendeu dentro desse sistema e mais a gente consegue abraçar e acolher outros corpos na nossa concepção do que é belo. Precisamos compreender outros lugares enquanto signo de beleza parando de consumir o que a mídia bombardeia para gente e tendo uma postura ativa no sentido de buscar consumir o que é diverso, inclusivo e tem representatividade.
Suor nas partes íntimas: saiba como lidar - Feel

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Suor nas partes íntimas: saiba como lidar

por Time Feel
Geralmente falamos muito sobre a lubrificação da vagina mas pouco se fala sobre o entorno dela. Assim como a axila e o couro cabeludo, a vulva é cheia de folículos capilares e também possui glândulas sudoríparas que secretam umidade para a pele permanecer fresca. Vamos lá: suor na vagina é normal!
Meditação: Conheça os benefícios da prática no seu bem-estar - Feel

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Meditação: Conheça os benefícios da prática no seu bem-estar

por Time Feel
Meditar tem se tornado uma prática cada vez mais constante para quem está em busca de encontrar o bem-estar para o corpo e a mente. Principalmente, em tempos de pandemia onde nosso emocional tem sido afetado constantemente por notícias e situações do dia a dia. Mesmo estando “na moda”, a meditação não deveria ser deixada em um lugar de modismo pois, a prática milenar tem sim, benefícios que vão muito além do simples “owmm”. Desde a década de 70, a meditação vem sendo estudada para reconhecer as principais vantagens que ela reflete no corpo e na mente. E a comprovação já existe: estudos confirmam que o hábito de meditar alivia o desconforto, melhora a qualidade de vida de pessoas com insônia, dor crônica e depressão, reforça a imunidade, reduz o stress e o risco de doenças do coração, entre outras coisas. Assim como a yoga, existem várias maneiras de meditar. Entre elas, uma das mais conhecidas é a mindfulness, também chamada de atenção plena, que foca no presente e é uma das mais indicadas para aliviar o stress e a ansiedade e melhorar o sono.  Não podemos esquecer que a meditação não é só sobre a postura e respiração certas e também não está necessariamente ligada a religião mas é uma ferramenta ativa no nosso processo de autoconhecimento, de desenvolvimento pessoal. É importante usar a prática para olhar para dentro de si e se conhecer mais e não usá-la com propósitos externos como aumentar a produtividade no trabalho. Se você se sente segura em começar a meditar sozinha. Isso não é um problema. Existe uma infinidade de aplicativos para quem quer tornar a prática em um hábito. Além disso, listamos alguns tipos de práticas para você conhecer melhor e encontrar qual melhor se adapta a você. Mindfulness Um match entre as tradições milenares e a medicina moderna, seus resultados têm comprovação científica e, na sua prática é utilizada técnicas do budismo e do hindu adaptadas para uma versão laica e acessível. O principal objetivo é atingir a atenção plena sobre os pensamentos e emoções para compreendê-los. Sua prática regular auxilia no combate à doenças, no tratamento de vícios e no combate ao stress e a ansiedade. Meditação Transcendental Uma das práticas mais reconhecidas entre todas, a meditação transcendental teve origem com o médico Adi Shankaracharya e se tornou queridinha entre os famosos em Hollywood (os Beatles eram adeptos), assim ela acabou se popularizando. Ela promove um estado de relaxamento profundo que ajuda na concentração e diminui a ansiedade e dores de cabeça, por exemplo. A meditação transcendental só pode ser transmitida por um professor qualificado e credenciado. Kundalini Yoga Existem vários tipos de meditação que são ligadas a yoga e a kundalini é uma delas. Ela ficou conhecida no fim da década de 60 e pode ser traduzida como energia vital e é um sistema de técnicas para que a energia flua dentro de cada indivíduo. Essa meditação é feita com concentração na respiração, mantras e movimentos com as mãos. Sua prática consiste em uma série de posturas de yoga (as asanas), exercícios e um relaxamento profundo antes de começar a meditar. Aplicativos e sites para a prática da meditação e mindfulness Headspace https://play.google.com/store/apps/details?id=com.getsomeheadspace.android&hl=pt_BR&gl=US Mente Aberta https://open.spotify.com/playlist/3y1AdbZZU89JNeoAbAVDB4?si=x1AqcjebRsSWj_urYe8EAA&nd=1 Zen Wellness https://zenwellness.com.br/ Calm https://play.google.com/store/apps/details?id=com.calm.android&hl=pt_BR&gl=US My Life Meditation https://play.google.com/store/apps/details?id=org.stopbreathethink.app&hl=pt_BR&gl=US Simple Habit https://play.google.com/store/apps/details?id=com.simplehabit.simplehabitapp&hl=pt_BR&gl=US
Prazer, masturbação feminina. - Feel

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Prazer, masturbação feminina.

por Time Feel
Se você já faz parte da comunidade da Feel, você sabe que a masturbação é mais que bem-vinda, e necessária no processo de autoconhecimento do nosso corpo. Mas também sabemos que assumir abertamente que se “masturba, sim (e qual é o problema disso!?) e tá tudo maravilhoso” ainda é um tabu muito associado à masculinidade. Estamos conversando muito mais sobre o assunto e essa conversa é fundamental para normalizarmos a masturbação para todas nós. O tabu que envolve o tema não está ligado à nossa geração e nem muito menos às nossas mães e avós. A repressão ao feminino e a restrição à nossa sexualidade data de alguns séculos atrás e colocou a mulher em um papel meramente de procriação. Com isso, demoramos muito para conhecer as particularidades do nosso corpo e prazer.  Hoje, nós sabemos que não só precisamos como devemos explorar o nosso auto prazer. Afinal, temos um órgão sexual com mais terminações do que o masculino e é o único órgão do corpo feito projetado para o prazer, o clitóris. Por isso, a masturbação feminina é para todas, necessária para o conhecimento da nossa sexualidade e até mesmo para a manutenção da nossa saúde e bem-estar. Por isso, separamos algumas dicas que vão te ajudar a fazer as pazes com o assunto e aproveitar melhor o seu tempo consigo. Comece Devagar Imagina que você passou a vida inteira sem entrar em uma cozinha. Daí, você decide aprender a cozinhar. Sem dúvida, você vai estranhar os utensílios, vai exagerar nas dosagens, errar nas receitas… e tá tudo bem. Se masturbar é algo bem parecido. Não adianta achar que é encontrar um ponto, tocar lá e pronto. Você precisa ter paciência consigo mesma e respeitar os seus limites. Muitas das vezes, o seu começo será em frente ao espelho, se observando. Ou até mesmo em uma sessão de terapia. Pratique mesmo Voltando à metáfora da cozinha, não adianta assistir todos os programas culinários do canal X ou maratonar aquele canal do youtube da chef que você adora. Se você não for para o fogão cozinhar, nunca vai alcançar a tão sonhada receita. Quando falamos do nosso prazer precisamos explorar o nosso corpo estimulando o clitóris. Uma dica: coloque a manipulação do clitóris na sua rotina de autocuidado pois a prática, sim, leva a muitos orgasmos. Vibrando na mesma Onda A entrada da vagina é uma região que, ao estimularmos, nos conectamos com a parte invisível do clitóris. Por isso, dê atenção a essa parte do seu corpo. Você também pode trazer essa movimentação para pressionar a entrada da vagina enquanto usa um vibrador que também é uma ferramenta facilitadora e ótima aliada para o auto estímulo. Molhadinhas S.A. Nem sempre a lubrificação natural é suficiente para manter a umidade necessária durante o seu momento de auto prazer. E, para uma movimentação mais prazerosa, ter um lubrificante a postos será essencial. Dê preferência para produtos à base de água com uma composição natural. Saiba mais sobre nossos produtos para você se conectar com sua sexualidade clicando aqui. 
Desmentindo 4 mitos sobre a masturbação - Feel

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Desmentindo 4 mitos sobre a masturbação

por Time Feel
Vamos falar a verdade? Nosso corpo precisa de prazer para se sentir saudável e feliz. E nós, como já sabemos, somos as responsáveis por ele. A masturbação é uma parte saudável e normal da sexualidade que devemos abraçar com toda força. Mas ainda há uma quantidade impressionante de vergonha, estigma e informações falsas em torno disso.  Este texto irá te ajudar a desmascarar alguns dos maiores e piores (e loucos) mitos a respeito da masturbação, afinal, chega de mitos :)  Queremos te provar que esse é um dos maiores atos de amor, além de ser totalmente benéfico para você. Vamos lá? Mito 1: Se você está em um relacionamento, a masturbação é desnecessária. REALIDADE: A ideia de não precisar do amor-próprio só porque você tem uma parceria é, de longe, um dos equívocos mais comuns. Ser capaz de ter um orgasmo sem a presença de alguém é uma grande vantagem, mas vai além disso.  Os benefícios da masturbação são enormes. Entre eles está poder aprender sobre o seu corpo e descobrir como gosta de ser tocada e estimulada. Se masturbar é uma possibilidade de relaxar, entrar em sintonia com você mesma, e por fim, aumentar sua autoconfiança dentro e fora do quarto. Então, se você pratica sexo solo, não significa que há algo de errado com o seu relacionamento. Esta é uma parte super saudável da sua vida sexual, da qual a sua parceria também irá se beneficiar. Mito 2: Masturbação pode tirar sua sensibilidade. REALIDADE: Este mito definitivamente não é verdade... em partes. Como acontece com qualquer músculo do corpo, sua sexualidade tende a melhorar quando exercitada com  frequência. A masturbação regular não é o beijo da morte para sua sensibilidade. Na realidade ela ajuda a fortalecer seu desempenho íntimo. No entanto, como a variedade é o tempero da vida, é possível se “acostumar” com uma sensação ao fazer exatamente a mesma coisa repetidamente. Se isso é algo que você começa a experimentar, basta mudar sua técnica: variar a vibração e toys, usar diferentes lubrificantes, ficar algum tempo usando a mão... A regra aqui é navegar novos mares sempre. Mito 3: Masturbação é apenas para quando você estiver sozinha. REALIDADE: Temos a tendência de pensar no sexo solo como uma atividade literalmente solo, mas nem sempre precisa ser assim. A masturbação é uma ótima maneira de se conectar, mas também pode ser uma ferramenta poderosa para os casais implementarem juntos. Uma pessoa pode se masturbar como parte das preliminares. Ou o prato principal pode ser a própria masturbação mútua. Esse hábito é um plus incrivelmente picante à sua rotina íntima, e que também mostra à sua parceria como você gosta que seja feito. Mito 4: Masturbar tem tudo a ver com orgasmo. REALIDADE: Você já deve ter ouvido que o importante é aproveitar a jornada, não o destino. Bem, o mesmo vale para a masturbação. Se a sua sessão de auto prazer termina no orgasmo, ótimo! Mas não pense que essa é a única coisa que importa. A masturbação é algo que fazemos por nós mesmas. Isso a torna uma ótima oportunidade para prestar muita atenção ao seu corpo. Experimentar diferentes movimentos, toques e brinquedos pode provocar uma grande variedade de sensações. Use truques para estender sobre o "platô orgástico". Dessa forma, independentemente de você atingir o clímax no final, a jornada terá sido incrivelmente agradável e reveladora. Mito 5: Vai deixar mãos peludas, cegueira e insanidade. REALIDADE: Sério? Esses mitos foram perpetuados há anos, antes que a percepção positiva em torno do sexo fosse considerada (o famoso sexual wellness). Mas hoje em dia, finalmente entendemos e felizmente sabemos que isso não é real. O que acontece depois que você se masturba? Você será a mesma de sempre e se sentirá muito melhor e satisfeita. Moral da história: a masturbação é ótima contanto que seja feita de uma forma feliz e saudável. Mantenha esses mitos da masturbação longe de sua mente e do quarto. Em vez de ver a masturbação como um substituto para o sexo em parceira, é importante ver o amor-próprio como uma peça integrante do quebra-cabeça do prazer, que pode nos ajudar a ficar mais perto de nossos lados sensuais. Com isso, nos sentimos confortáveis ​​em nossa própria pele. Livres para sentir! Divirta-se ficando com você mesma. E apara deixar esse momento mais gostoso, conheça nosso Kit Cuidado & Prazer clicando aqui.
O que você precisa saber sobre a menopausa - Feel

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O que você precisa saber sobre a menopausa

por Time Feel
Todas nós sabemos que passaremos por ela mas quase não discutimos o assunto. Se você pensou na menopausa, acertou. Um tópico fundamental da saúde feminina que, além de ser pouco conversado, ainda tem uma série de tabus e controvérsias. E essa contradição começa cedo, logo em casa. A maioria das mães não falam sobre o assunto com suas filhas. As amigas também não conversam entre si. O resultado disso é que, ao chegar na menopausa, muitas mulheres fazem pouca ou nenhuma ideia do que está acontecendo com elas. Como a gente acredita que a informação é a chave para fazer escolhas montamos um guia sobre o assunto: Afinal, o que é menopausa? A menopausa é um desaparecimento gradativo do ciclo reprodutivo. À medida que o corpo para de produzir estrogênio, as mulheres param de menstruar. Você começa a ter oscilações hormonais irregulares que causam um sangramento desproporcional. E se você não libera um óvulo regularmente, seu sangramento também será instável. A idade média da menopausa é de 51 anos mas, os sintomas começam aos 40 anos e se estendem até os 50 anos. Em alguns casos, até os 60. O que é Perimenopausa? E o período que antecede à menopausa. Esses sintomas podem surgir por volta dos 30 e 40 anos, pois a quantidade de estrogênio produzida pelos ovários começa a mudar. Esse período pode mudar em duração, intensidade e frequência. Por isso, é muito importante conversar com seu médico sobre qualquer sangramento irregular. Quais são os principais sintomas da menopausa? Ondas de calor, suores noturnos, insônia, cansaço, alterações de humor, secura vaginal e problemas do trato urinário são alguns dos indícios mais experimentados entre as mulheres. Além disso, a partir dos 35 anos, nós também apresentamos uma perda óssea natural que aumenta na menopausa devido à diminuição dos níveis de estrogênio. Problemas de saúde mental e mudanças de humor também são comuns. O que é a terapia de reposição hormonal? Os principais sintomas da menopausa costumam ser tratados com terapia hormonal que geralmente é uma reposição de estrogênio na forma de géis, adesivos, comprimidos, cremes e até sprays. A secura vaginal é tratada localmente com o uso de cremes, anéis e lubrificantes.  Tudo isso precisa de acompanhamento médico, pois certas terapias de reposição podem aumentar o risco de câncer no útero, ataques cardíacos e até mesmo o câncer de mama. Mas, para a maioria de nós, a terapia de baixa dosagem pode ser muito útil para passar pelas transições comuns da menopausa como as ondas de calor e as alterações de humor. Quais são as mudanças no estilo de vida que podem ajudar com os sintomas da menopausa? Com a perda óssea comum desse tempo, geralmente é indicado que as mulheres façam exercícios regulares e também se preocupem com os níveis de cálcio e vitamina D no corpo. A meditação também pode ser útil para a saúde mental e do sono. Chás e até mesmo óleos naturais, como o Óleo Hidratante Feel, auxiliam de forma natural no alívio de sintomas. Se você está passando por essa fase ou sentiu algum sintoma irregular, o mais importante é ter um acompanhamento médico e se informar o máximo possível. Conversar com especialistas e montar uma rede de apoio compartilhando sua experiência com amigas e familiares também pode ajudar muito, principalmente, na qualidade da sua saúde mental. Fonte: My Lola
Como retomar a sexualidade durante o puerpério - Feel

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Como retomar a sexualidade durante o puerpério

por Time Feel
A maternidade muda completamente a vida de uma mulher. Poderia ser apenas um pensamento clichê, mas quem passa por tantas transformações no corpo, na mente, nas relações e até na própria identidade em tão pouco tempo sabe que a máxima é verdadeira. E em um mundo completamente novo, onde um novo bebê torna-se a parte mais importante do cotidiano e da família, as horas de sono diminuem drasticamente e as novas funções só aumentam, talvez sobre pouco espaço para retornar ao seu relacionamento físico com o seu parceiro. Com um novo bebê em casa, é possível que as necessidades sexuais possam ser colocadas em segundo plano. Claro, sabemos que a experiência pós-parto é única para cada mulher. Algumas podem ter interesse zero em outra pessoa se aproximando da sua vagina, enquanto outras podem estar extremamente ansiosas para retomar ao sexo. Mas, para ambas, uma coisa é certa: é preciso tomar os cuidados certos para que o sexo se torne seguro e confortável novamente.  Pensando nisso trouxemos dicas para te ajudar você a retornar novamente para o mundo do sexo após o parto. Vamos lá? Espere o sim oficial Durante sua consulta médica pós-parto padrão, seu médico pode avaliar quando você pode voltar a ser sexualmente ativa novamente, mas com segurança e conforto. No pós-parto, o ideal é que você espere algumas semanas para retornar ao sexo.  Esse período é importante para diminuir o risco de infecção e evitar mais sangramentos, uma característica comum ao pós-parto. O tempo que você espera para fazer sexo pode variar de acordo com o tipo de parto que você teve. As cesarianas, por exemplo, são consideradas cirurgias de grande porte que exigem mais tempo de recuperação das mães. Tenha um aliado: o lubrificante. O lubrificante pode tornar o sexo menos doloroso e mais agradável nesse retorno. Isso acontece porque, no pós-parto, é comum o corpo imitar sintomas da menopausa como a secura vaginal, uma consequência da queda do nível de estrogênio, hormônio responsável pela lubrificação da vagina, logo após o parto e também durante a amamentação. Vá no seu próprio ritmo ¾ das mulheres se preocupam em como se reconectar com sua sexualidade depois da maternidade.  Prepare-se com cuidado e sem pressa para retomar a relação sexual. Além disso, não esqueça de priorizar suas necessidades e vontades nesse momento. Uma dica da Feel: Comece bem devagar com a masturbação, por exemplo, para sentir o corpo e lembrar como é ficar excitada novamente. Dedique-se um tempo para desenvolver novamente a sua autoconfiança. Sim, o sexo pode mudar. E está tudo bem. Depois do nascimento do seu bebe, é possível que o seu relacionamento mude e você enxergue seu parceiro ou parceira com outros olhos, até mesmo se apaixonando novamente por ele. Algo novo que também acontece é o processo de recuperação do pós-parto pois a dor, física e emocional, pode influenciar bastante nesse retorno. Dependendo de como foi a experiência do parto, o pós pode ser extremamente dolorido e a ideia de fazer sexo novamente, assustadora. Buscar o apoio de um obstetra ou de um profissional de saúde mental especializado em questões pós-parto pode te ajudar a passar por esse processo. Parceiros: sejam pacientes e participativos Seu parceiro ou parceira também precisa ser consciente nesse retorno ao relacionamento sexual de ambos. A pressão não ajudará nem um pouco ao casal e também, muito provavelmente, não será vista como um apoio saudável.  Nos sentimos muito mais confortáveis quando nossos parceiros nos permitem escolher a melhor posição e o ritmo na hora do sexo. Conversem antes, durante e depois. Dizer à sua mulher que você se preocupa com o que ela sente e que a ama e ao seu corpo exatamente como eles são também ajuda na retomada da sua confiança e segurança. Fontes: Smile Makers e My Lola.com
Com que frequência você deve fazer sexo? - Feel

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Com que frequência você deve fazer sexo?

por Time Feel
Do anal ao orgasmo, existe muita ansiedade em relação ao sexo. É comum a gente se perguntar: nossa vida sexual é normal? Nosso corpo é normal? Estamos fazendo sexo certo? E estamos fazendo o suficiente? A resposta para a maioria dessas perguntas é provavelmente um sonoro SIM, pois o espectro de experiências sexuais é variado e individual. No entanto, ter mais informações em relação a isso pode ser útil e tranquilizador. É por isso que decidimos responder à pergunta: com que frequência você deveria ter relações sexuais? Na verdade, essa não é uma pergunta fácil de responder, pois existe um universo de fatores físicos, emocionais, mentais, biológicos e até mesmo socioculturais que contribuem para uma vida sexual saudável. Sexo não é uma experiência única para todas - e certamente não é um aspecto que permanece o mesmo ao longo de uma vida ou de um relacionamento. Flutuações de frequência e sentimento são comuns, independentemente de seu status de parceria ou orientação sexual. Estresse, preocupações com a saúde e os altos e baixos da vida podem afetar sua libido e seus relacionamentos. Algumas pessoas fazem sexo com seus parceiros todos os dias, enquanto para outras duas ou três vezes por semana (ou mês! ou ano!). Para alguns, especialmente aqueles que não estão em um relacionamento, o sexo pode ser ainda menos frequente do que isso. Tom Murray,  terapeuta sexual diz:  “Não existe um número mágico. No entanto, existe uma correlação positiva entre a frequência sexual e a satisfação com o relacionamento. Casais casados ​​tendem a fazer mais sexo do que solteiros.” Embora haja evidências de que fazer sexo regularmente é bom para a sua fisiologia, fazer mais sexo do que você deseja pode não ser tão benéfico para o seu estado emocional. Quem descobriu isso foi um estudo publicado na revista Social Psychological and Personality Science, que examinou mais de 30.000 pessoas com mais de 40 anos e concluiu que cerca de uma vez por semana era o lugar feliz para a maioria das pessoas. Fazer sexo com mais frequência do que isso não estava associado a um maior sensação de bem-estar. Isso pode ser uma revelação em nossa cultura saturada de sexo. Ainda assim, sexo gera sexo, diz o teraputa Murray - desde que ambos os parceiros estejam a bordo:  “Sexo é uma daquelas coisas que quando você tem mais, você quer mais. A frequência do sexo por si só pode não aumentar a intimidade emocional, mental ou física. No entanto, a comunicação envolvida contribui muito para esses tipos de intimidade, especialmente quando a comunicação ocorre fora do quarto.” Também existe o fato de que os impulsos sexuais diferem enormemente de pessoa para pessoa. E embora a sociedade presumisse que todos tenham desejo por sexo, pessoas que se identificam como assexuadas (alguém sem desejo sexual, mas que pode ter desejo de conexão / relacionamento) ou semissexuais (alguém que só experimenta desejo sexual após uma forte conexão emocional com alguém) falam mais sobre suas experiências. Embora as conversas com amigas ou imagens na mídia te façam sentir que não está tendo a quantidade certa de sexo, uma das coisas mais saudáveis ​​que você pode fazer pela sua vida sexual é não se comparar com os outros.  Pense no desejo sexual e no contato como uma jornada em evolução, em vez de algo em que você se engaja porque sente que precisa seguir um determinado padrão. A quantidade de sexo que você deveria ter é exatamente a quantidade de sexo que você deseja.  Isso pode parecer diferente de pessoa para pessoa, de temporada para temporada. Isso também se aplica a tipos de sexo - você não precisa ter uma relação sexual normal ou sexo oral para ter uma vida sexual saudável. Tenha em mente que realmente não deve existir nenhum "deveria" em sua vida sexual - além do fato de se sentir seguro e respeitado em situações sexuais e ser capaz de se comunicar com a outra parte envolvida. Experimente nosso Lubrificante e Hidratante Feel, natural e compatível com preservativos.
4 fatores que podem afetar seu desejo sexual - Feel

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4 fatores que podem afetar seu desejo sexual

por Time Feel
O desejo e a pulsão sexual são tão individuais quanto nossas experiências. Pergunte a uma amiga o que a satisfação sexual significa para ela e descubra como a frequência, métodos e comportamentos podem ser muito diferentes dos seus. 
Autocuidado íntimo e sexual importa. - Feel

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Autocuidado íntimo e sexual importa.

por Marina Ratton
Escolher a si e se cuidar é um ato de auto amor, uma declaração de valor que pode nos conectar à experiência vital de confiar profundamente em nós mesmos. Ao praticar o autocuidado, a confiança começa a aparecer cada vez mais nos momentos de conexão, criação e reflexão que definem o que é importante em nossas vidas.