Fogo na escada de incêndio

HISTÓRIAS ERÓTICAS PARA MULHERES LIVRES. SE INSPIRE E DESPERTE A SUA IMAGINAÇÃO PARA SENTIR NA INTENSIDADE QUE VOCÊ DESEJA. CONTOS PARA GOZAR, SE DELEITAR. NA VIDA, NO QUARTO E NA CAMA.

Pés de uma pessoa descendo escadas

Eu e o Leo já havíamos saído algumas vezes, mas, algo sempre nos interrompia ou uma circunstância impedia de avançarmos com a pegação. Morávamos ambos com nossos pais que sempre estavam em casa, e por isso, nossas interações se limitavam ao que dava para se fazer em público: beijos, abraços safados e sarrantes, esfregadas de coxa e muita, mas muuuuita provocação!

Lembro de sentir meu clitóris quase doendo de tanto tesão que ele me provocava com esses beijos e amassos; do café gelado que eu bebia em um dos lugares que nos encontrávamos e como descia garganta abaixo como um calmante para o fogo que ele me provocava enquanto passava a mão por minhas coxas debaixo da mesa; do seu zíper quase explodindo com o pau duro, que ele escondia com a almofada e me mostrava vez ou outra de propósito, me arrancando risadas com medo de alguém estar nos olhando; do coreto da pracinha que, se falasse, seria testemunha da punheta não finalizada que toquei pra ele debaixo do casaco em um dia de chuva, enquanto também me tocava.

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Essas situações foram criando um suspense único entre nós, de maneira que, desde a primeira encarada em nossos encontros eu já me acendia de expectativa. Até o dia em que, não aguentando mais, nos arriscamos. 

Depois de mais uma noite nesse pique-pega de desejo, ele me deixou em casa de moto e depois de um beijo demorado, tive uma ideia: ninguém circulava a essa hora, pela escada de incêndio – era hoje! 

Passamos pelo porteiro que cochilava, pegamos o elevador como se fôssemos subir e paramos no primeiro andar para acessar a escada. Um arrepio me subiu pela espinha enquanto apressados, corremos inutilmente das câmeras do corredor e passamos pela porta.

Nos encaramos uns segundos sem saber um pouco o que fazer, agora que estávamos finalmente sozinhos, mas, tomados pelo desejo suspenso de nossos amassos, começamos a nos beijar encostados na parede. Usava um vestido curto, o que facilitou bastante quando ele desceu com a boca pelo meu pescoço dando beijinhos e chupões de leve, me virou de costas continuando pelo pescoço enquanto puxava meu cabelo para o lado, e me virando de novo de frente, se ajoelhou em um dos degraus, se metendo entre minhas pernas e continuando o beijo ali embaixo, apenas afastando minha calcinha para o lado. 

Ele chupava exatamente como beijava: preciso, faminto, molhado. Com os ombros encostados na parede, joguei os quadris em sua direção e ele me empurrou de volta, me encurralando. Soltava um gemido ou outro baixinho, respondendo aos caminhos que sua língua fazia por entre meus lábios e clitóris, e, senti a excitação crescendo, me fazendo ter vontade de me contorcer, gritar e explodir em sua boca. E quando pensei que não poderia melhorar, ele veio com o dedo – aquele dedo que até então eu só conhecia por cima da calcinha, e não inteiro dentro de mim. Enquanto chupava, ele me penetrou com o dedo e em uma sincronia incrível de movimentos, persistiu com a língua e o movimento de “vem cá” tudo ao mesmo tempo! 

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Dizem que esse movimento é o que “tira print” da pessoa e do momento, e eu descobri com ele que era verdade. Depois de uns minutos de gemido contido e agonia, gozei em sua mão e boca ali, em plena escada do prédio. 

Ainda estava chapada do orgasmo que tinha me atravessado quando trocamos de lugar e, apressados, seguimos. Desci o zíper que tanto me tirou o sossego pelo volume que eu provocava em público, abaixei sua cueca e comecei a chupar tudo. Ajoelhada eu podia ver os detalhes das expressões de prazer que eu até então só conhecia por imaginação e descobri agora, desse ângulo o quanto ele era ainda mais gostoso. 

Sentia por entre as coxas o molhadinho do orgasmo deslizar com meus movimentos durante o boquete e ele me agarrou pelos cabelos, conduzindo a chupada até que, impaciente, me levantou e me voltou para a parede, se posicionando por entre os degraus e procurando apressado a camisinha no bolso. Quando conseguimos colocá-la com nossas mãos de urgência, ele levantou uma de minhas pernas e me penetrou, enquanto me encarava. Suas metidas que no começo foram suaves, ficaram intensas de maneira que sentia meu corpo se debater contra a parede, respondendo aos seus movimentos, até que, ele também gozou, me entregando além da porra na camisinha, uma carinha incrível de prazer.

Ainda ajeitávamos as roupas quando ouvimos o barulho do elevador, nos lembrando de onde estávamos e da pressa de desocupar o lugar, agora que nosso fogo tinha sido apagado: um viva para a escada de incêndio, que salvou a noite cumprindo sua função de rota de fuga. 

E com as pernas bambas nos despedimos com um beijo suave, cúmplice – agora sem a urgência de quem procurava um incêndio para apagar. 

Pelo menos não até o próximo encontro...

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