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Ressecamento vaginal durante o tratamento oncológico - Feel

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Ressecamento vaginal durante o tratamento oncológico

por Time Feel
Como melhorar o ressecamento vaginal durante o tratamento do câncer de mama? O tratamento oncológico pode causar vários efeitos colaterais, dentre os quais, o ressecamento vaginal. A sensação pode ser como uma leve ardência, queimadura, coceira ou secura e diminuição da elasticidade da vagina, que podem tornar as relações sexuais dolorosas e até mesmo causar desconforto em atividades comuns do dia a dia, como caminhar e se sentar confortavelmente. Também pode haver sintomas urinários como micção frequente ou dolorosa, perda urinária e infecção urinária de repetição. Isso acontece devido à baixa na produção de estrogênio, hormônio que ajuda a manter a lubrificação da vagina, a espessura do epitélio e a elasticidade do tecido. O ressecamento da vagina afeta mais da metade das mulheres que fazem tratamentos oncológicos, mas é possível tratá-lo, com ajuda médica. Existem algumas opções não hormonais para o tratamento da secura vaginal. Recomenda-se uso de hidratantes vaginais várias vezes por semana para manter a saúde vaginal; os lubrificantes vaginais para diminuir o ressecamento e o desconforto temporário durante a relação sexual e o laser íntimo que estimula a vascularização do tecido, a formação de colágeno, aumenta a espessura do epitélio e melhora a lubrificação vaginal. O estrogênio vaginal, grande aliado no tratamento do ressecamento vaginal, normalmente está contraindicado nas pacientes após câncer de mama, com exceção do promestrieno. Além disso, evitar o uso de sabonetes íntimos com fragrância, banhos de espumas, água quente, calcinhas de material sintéticos e de calças apertadas também contribuem para aliviar os sintomas. Minimizar os efeitos do tratamento oncológico é fundamente para manter a qualidade de vida e a sexualidade da mulher acometida com a doença.   O que acontece com a menstruação durante o tratamento oncológico? É muito comum que a menstruação e o ciclo menstrual sofram alterações durante o tratamento oncológico. Na maioria dos casos essas mudanças são transitórias e a situação tende a normalizar após alguns meses do final do tratamento. Esses efeitos dependem do tipo de tratamento sistêmico (quimioterapia ou endocrinoterapia), da medicação usada e da idade da paciente. Outros fatores como o estresse com o diagnóstico e alteração do padrão do sono também podem interferirem no ciclo menstrual. A quimioterapia interfere diretamente no funcionamento do ovário resultando no sangramento irregular ou até mesmo a ausência da menstruação. Com isso, algumas pacientes podem entrar antecipadamente na menopausa e em pacientes mais jovens, após o término dos efeitos dos quimioterápicos, a menstruação pode retornar. Em contrapartida, as mulheres que realizam endocrinoterapia com o tamoxifeno podem ter um aumento do fluxo menstrual, pois essa medicação estimula o funcionamento do ovário. Além disso, antes do início do tratamento oncológico é essencial discutirmos sobre o desejo reprodutivo e a preservação da fertilidade uma vez que o tratamento pode resultar em dificuldades de engravidar espontaneamente após. Em síntese, é de extrema importância o seguimento multidisciplinar com oncologista e ginecologista visando o bem-estar neste período de tratamento e minimizando os efeitos do tratamento oncológico na mulher.
Pós-tratamento oncológico: a importância de uma visão multidisciplinar - Feel

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Pós-tratamento oncológico: a importância de uma visão multidisciplinar

por Time Feel
Por Dra. Tathiana Parmigiano, ginecologista. Acolher uma mulher em consulta médica sempre exige um olhar sobre suas diferentes questões. Vida pessoal, familiar e profissional podem sempre repercutir sobre sua saúde. Por vezes, isso exige um cuidado que envolve mais que um profissional. Na paciente oncológica soma-se a especificidade do momento e a necessidade de tratá-la em todas essas perspectivas. Nesse sentido, a equipe multidisciplinar, quando possível, faz-se de extrema importância.  Psicólogo, nutricionista, médicos e educador físico são alguns dos profissionais que podem estar envolvidos no cuidado das mesmas antes, durante e após seu tratamento. Cada uma dessas especialidades poderá proporcionar benefícios, gerando cuidado e acolhimento. Hábitos saudáveis, como nutrição, exercício e saúde mental, são determinantes no sucesso do tratamento em si.  Além disso, a multidisciplinaridade se torna ainda mais relevante na interdisciplinaridade. A troca de informações entre os profissionais envolvidos fará com que essa mulher tenha sucesso, físico e mental, durante o tratamento.  Esses profissionais, junto ao apoio familiar, é o que melhor caracteriza a “rede de apoio” necessária para que ela tenha qualidade de vida durante o tratamento e esteja positiva e receptiva para manter suas atividades habituais após o mesmo.   Alerta sobre câncer de mama e como fazer o autoexame Outubro tem a proposta de lembrarmos do cuidado feminino com a prevenção do câncer de mama. Diante da importância da doença no risco de mortalidade entre mulheres, sem dúvidas devemos ressaltar esse cuidado. Importante lembrarmos, entretanto, que o autoexame não faz diagnóstico precoce de câncer de mama!!  Seu verdadeiro propósito é que a mulher “conheça sua mama” e esteja atenta à rotina correta de exames para sua idade.  Apesar de muito preconizado, a detecção do câncer pelo autoexame ocorre em estágios avançados e ele não substitui a rotina médica com a solicitação de mamografia anual para mulheres acima de 40 anos, mesmo sem nenhum caso de mama na família. O exame pode ser solicitado antes dos 40 anos se houver história familiar de câncer de mama – principalmente entre parentes de 1º grau (mãe, irmã e filha).    Logo, “conheça sua mama”! Tenha esse cuidado periodicamente.  1. Posicione-se em frente ao espelho inicialmente parada: - seus mamilos estão alinhados? Estão parecidos? (a retração deve ser um sinal de alerta) - a pele de suas mamas aparece retraída ou abaulada em algum lugar específico?   2. Agora, ainda em frente ao espelho, movimente seus braços ao lado do seu corpo - mais uma vez: percebe a pele de suas mamas retraída ou abaulada?   3.  Coloque o braço atrás da cabeça e palpe todo o contorno da sua outra mama (faça isso dos dois lados) – lembre-se que a mama vai muito além da região da aréola e do mamilo, chegando até bem próxima da axila - não tenha pressa - use a polpa e não a ponta dos dedos   4. Saiba que a saída espontânea de líquido pelo mamilo também deve ser um sinal de alerta para procurar seu médico. - Nem todo líquido e nem todo nódulo são sinais de câncer! Mesmo assim, isso deve ser sempre avaliado
Se toque. - Feel

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Se toque.

por Time Feel
Durante o mês de Outubro "se tocar" ganha um novo significado.  Passa a significar: Autoexame.  Cuidado.  Atenção.  Amor. Empatia. Por isso, hoje, queremos que você se toque e toque muito. Toque suas mamas. Apalpe beeem! Conheça cada pedacinho dela e incentive pessoas próximas a fazerem o mesmo. Incentive a realizarem os exames anuais e a ficarem sempre atentas aos fatores de risco.  Incentive a não tratarem com tabu o câncer de mama. Incentivem a entrar nessa conversa de autocuidado com a gente. Vamos juntas?  Abaixo preparamos um passo a passo para você realizar o autoexame:  
Câncer de mama e sexualidade - Feel

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Câncer de mama e sexualidade

por Time Feel
A sexualidade durante o tratamento do câncer de mama é discutida há anos, mas muita gente ainda a encara como tabu. O tema quase nunca é abordado pelos oncologistas.   A Organização Mundial da Saúde reconhece o impacto da vida sexual no bem-estar das pacientes com câncer e na preservação de seus relacionamentos. Criou-se, inclusive, um termo para isso: oncosexualidade. * Essa noção faz parte de uma evolução positiva que tirou o foco da oncologia na sobrevivência e o colocou na melhora da qualidade de vida de quem se trata do problema - ajudando a desmistificar certos tabus. Temos como propósito desmistificar, empoderar essa mulher que está em tratamento ou no pós tratamento e mais ainda lembrar e falar que o câncer de mama interfere diretamente em um órgão sexual feminino: a mama - por mais óbvio que isso pareça, e que uma mama, mesmo que reconstruída, perde sensibilidade, apresenta cicatrizes e são diferentes ao toque.  Precisamos falar sobre isso.  Precisamos falar também que não é normal aceitar o ressecamento vaginal ou sentir dor durante o sexo.  Normal é você se sentir bem. É se sentir completa recebendo e dando prazer. Normal é você se sentir livre.  E você pode contar com a gente para isso!  Conheça nosso Lube que com extratos de Calêndula, Aloe Vera e Vitamina garante hidratação e conforto para a pele da região íntima e auxilia no ressecamento vaginal causado pelo tratamento do câncer.    Conheça nosso Lubrificante Hidratante Íntimo a base de Aloe Vera e Calêndula *Fonte: Revista Saúde  https://rsaude.com.br/ponta-grossa/materia/oncosexualidade-retomando-a-vida-sexual-apos-o-tratamento-do-cancer-de-mama-e-de-colo-de-utero/21463 
Entrevista com a fisioterapeuta pélvica Dra. Alessandra Artuso - Feel

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Entrevista com a fisioterapeuta pélvica Dra. Alessandra Artuso

por Time Feel
Convidamos a fisioterapeuta pélvica Dra Alessandra para uma conversa necessária sobre estabelecer um cuidado com a sua lubrificação
A secura vaginal é um dos sintomas mais comuns do climatério - Feel

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A secura vaginal é um dos sintomas mais comuns do climatério

por Time Feel
A secura vaginal é um dos sintomas mais comuns – e mais chatos – do Climatério. Às interessadas no tema, a gente pergunta: você sabia que não é só secura?
A vulva menopáusica: como você cuida da sua na menopausa? - Feel

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A vulva menopáusica: como você cuida da sua na menopausa?

por Time Feel
A vulva menopáusica, você sabe o que é? Quando chega a menopausa - e sem a lubrificação necessária -, a vagina pode "encurtar" e ficar mais fechada
Ressecamento Vaginal é mais comum do que você imagina - Feel

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Ressecamento Vaginal é mais comum do que você imagina

por Marina Ratton
Geralmente, a secura vaginal está associada à menopausa, mas muitos fatores estão em jogo quando se trata de nossos corpos e essa situação pode surgir em qualquer idade.
Assoalho pélvico, prazer em conhecer! - Feel

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Assoalho pélvico, prazer em conhecer!

por Time Feel
Por que a musculatura do períneo deve ser exercitada muito antes da maturidade Imagine só: você passa a vida cuidando do corpo e da cabeça, focada em se tornar uma pessoa cada vez mais bem-resolvida e saudável. E um dia, um simples espirro a leva ao desespero – “como assim deixei escapar xixi?”. É com este susto que algumas mulheres descobrem ter literalmente relaxado demais com uma parte sempre ignorada do corpo: o assoalho pélvico. Incontinência urinária, dor nos genitais, desconforto durante o sexo, perda de libido e de prazer são algumas consequências do enfraquecimento da musculatura na região pélvica. Isso dificulta o orgasmo feminino e, nos homens, causa perda de ereção e impotência. E se você está visualizando uma propaganda de fraldas geriátricas, saiba que não se trata de um problema restrito à velhice. Musculatura desconhecida afeta a todos Você localiza essa musculatura quando contrai o bumbum, movimento que inclui o períneo, a área entre a vagina ou pênis e o ânus. O assoalho pélvico é como uma rede sustentando os órgãos pélvicos – a bexiga, a uretra, o útero ou a próstata. Seu afrouxamento pode levar à queda de bexiga e de útero (quando se movem do espaço natural no corpo e ficam mais próximos da vagina).A flacidez dessa região chega com a idade. Mas, surpreendentemente, muitos atletas de crossfit, levantamento de peso, atletismo e ginastas de alta performance, de ambos os sexos têm altos índices de incontinência urinária. Isso acontece devido ao impacto e à força que impõem à musculatura. De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), cerca de 35% das mulheres com mais de 40 anos e 40% das gestantes relatam esses problemas. Eles afetam tanto a vida sexual quanto a social e profissional – com o excesso de idas ao banheiro e o temor dos “escapes” de urina. Tudo junto pode levar até a um quadro de depressão. Fisioterapia pélvica previne e trata Mas a boa notícia é que existem muitos tratamentos, e melhor ainda, prevenção. Se você vai mais ao banheiro que seus colegas de trabalho, é sedentária, obesa ou tem doenças relacionadas à bexiga, você pode desenvolver o problema. E também se já teve filhos ou pretende engravidar, ou se está entrando na menopausa, pode se antecipar e procurar um/a especialista em fisioterapia pélvica. Em geral, as disfunções do assoalho pélvico podem ser prevenidas com exercícios localizados. Pilates, yoga, pompoarismo com ou sem acessórios e exercícios de Kegel são algumas técnicas que podem ser realizadas em casa, desde que com orientação profissional.Fisioterapia com alta tecnologia Mas também há tratamentos tecnológicos para musculaturas mais prejudicadas, ou mesmo para um resultado mais imediato. Um dos mais conhecidos é o biodfeedback. Este aparelho monitora a capacidade de contração e relaxamento da musculatura da região através de eletrodos. O fisioterapeuta pélvico também pode utilizar aparelhos, como o ultrassom, para diagnóstico da causa de incontinência urinária. O dinamômetro perineal para medir a força dos músculos, com uma sonda, é um deles. Já o perineômetro mede o tônus muscular por meio da pressão e contração do canal vaginal e aparelhos eletroestimuladores, entre outros. Tratamento para pós-parto e endometriose A fisioterapia pélvica tem muitas outras indicações além das disfunções do assoalho pélvico. Segundo a Associação Brasileira de Endometriose, 15% das mulheres brasileiras sofrem desse mal, que causa dores intensas na região da pelve. Os exercícios e aparelhos para o tratamento da endometriose são praticamente os mesmos que reduzem a incontinência urinária. Gravidez e pós-parto também exigem muito da região pélvica, obviamente pelo esforço extra de sustentar o útero e o bebê. E depois do nascimento, o corpo precisa cicatrizar, recuperar seu tônus e a força das paredes abdominais. A fisioterapia previne a incontinência, diminui as dores lombares, reduz o inchaço e prepara o corpo para o trabalho de parto e para sua recuperação. Indicação para pós-operatórioO assoalho pélvico é mais uma parte do corpo que não podemos negligenciar e que tem uma importância muito maior do que imaginamos. Mas não somente para a mulher: a incontinência após câncer de próstata também é reduzida. O Ambulatório de Reabilitação do Assoalho Pélvico do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE), de São Paulo, aponta que a recuperação nesses casos pode ser antecipada em até 75% com seis meses de fisioterapia. Conheça nosso óleo especialmente desenvolvido para a região pélvica    
Desejo responsivo & Desejo espontâneo - parte 2 - Feel

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Desejo responsivo & Desejo espontâneo - parte 2

por Time Feel
Se você é alguém que precisa de estímulo físico para entrar no clima (ou seja, possui desejo responsivo), há todo um mundo sexy para explorar - em parceria ou sozinha. Planeje dar a si mesma o que seu corpo precisa primeiro, para trazer sua mente a bordo. Não sabe por onde começar, então vem nestas dicas que preparamos pra você: Aroma e sabor. Aromas e feromônios podem desempenhar um papel muito maior na atração sexual do que podemos imaginar. Nossos sistemas olfativos funcionam nos bastidores para nos fornecer informações valiosas - e sensuais. Experimente associar aromas ao sexo - queime incenso ou use um difusor especial de óleo essencial. Nosso Lubrificante Hidratante Feel foi formulado com uma essência fresca cuidadosamente pensada para esse momento a dois, solo ou até a três…  Toque. Este é o ponto para a maioria das pessoas que experimentam o desejo responsivo. O contato físico pode ser tudo de que precisamos para dar vida a nossos corpos - e muitas vezes este toque nem ser explicitamente sexual. Massagens, escovar o cabelo, um banho quente e até um abraço de corpo inteiro realmente bom podem fazer com que a excitação flua... Relacionamentos de longo prazo geralmente vão demandando um toque regular. Se vocês apenas se tocam quando estão na cama, estão perdendo! Além disso, em momentos solo, certifique-se de amar a si mesma. Ao se masturbar, tente se cercar de texturas que você adora e reserve um tempo para manusear todo o seu corpo com cuidado. É profundamente recompensador. E lembre-se sempre de usar lubrificante. Essa é uma ótima maneira de experimentar seu corpo de uma forma diferente. Ver. Embora homens sejam considerados mais "visualmente excitáveis", isso também não é verdade. Mulheres e outras pessoas que experimentam um desejo responsivo também podem apresentar esta resposta. Se a pornografia convencional não faz isso para você, procure arte erótica ou outras imagens sexy, ou cenas individuais que a deixem excitada. E ler também conta como ver! Há todo um mundo de erotismo escrito voltado para a libido responsiva. Treine-se para anotar as imagens e histórias que o fazem “hmmmmm” Ouvir. Se você é do tipo responsivo, pode ter reações mais picantes aos estímulos audíveis do que visuais. Gemidos, sons que os corpos fazem juntos e conversas sujas (se você quiser) podem trazê-la direto para o seu corpo e para o momento. Se sua parceria for mais quieta, sugira que ele fale o que acontece. E semelhante ao erotismo escrito, há muito material sexy disponível em áudio.  Mova-se. Seu corpo abriga todas as suas emoções, desejos, experiências passadas, anseios e tensões. Quanto mais você o move, menos presas essas coisas ficam e mais você será capaz de sentir a si mesma. O movimento também é uma ótima maneira de ajudá-la a sair da cabeça e entrar no momento, encontrando prazer ao longo do caminho. Experimente diminuir a intensidade das luzes, vestir a sua roupa preferida e colocar a sua lista de músicas favorita para se mover. Concentre-se na respiração profunda da barriga para nutrir o sistema nervoso enquanto se concentra nas sensações, e vá devagar - preste atenção ao que é bom e esteja presente para o que vier para você. Às vezes, ficar sozinha com você mesma é o suficiente para realmente agitar as coisas. Para se sentir sexy é necessário se sentir segura  O outro lado da libido responsiva é que podemos perder todo o interesse pelo sexo, (solo ou em parceria) quando nos sentimos inseguras. A ansiedade é um mecanismo de sobrevivência; quando nos sentimos ansiosos, nossos corpos tendem a assumir que estamos em perigo físico. O estresse do trabalho, da vida familiar e do estado do mundo podem deixar nossa libido em baixa. Pratique o autocuidado e uma boa higiene mental e emocional, e seu desejo sexual agradecerá. Sua parceria pode precisar saber que, se você estiver estressada, não gostará de sexo - o que pode motivá-la a ajudar a tornar sua vida mais fácil. E por último, lembre-se sempre de que o desejo é único e pessoal. Ele flutua constantemente com base em nossos hormônios, informações da sociedade, traumas e crenças em torno da sexualidade, e tudo isso terá impacto sobre nossa resposta sexual. Usando o desejo responsivo como seu guia, você pode descobrir que seu corpo adora coisas que você não sabia que adoraria - e isso pode lhe dar um insight profundo sobre o que realmente o excita. Seja curiosa, seja brincalhona e explore - há dons em seu corpo apenas esperando para serem encontrados. Conheça nosso Lubrificante Hidratante Feel, clique aqui
Desejo Responsivo &  Desejo Espontâneo - Parte 1 - Feel

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Desejo Responsivo & Desejo Espontâneo - Parte 1

por Time Feel
Feche os olhos por um momento e pense em como é o desejo. Para muitas de nós, as referências sexuais sempre vieram de filmes, música, arte e até pornografia. O padrão que se repete é: imagens quentes ao ser dominado pela luxúria do nada e chegando lá rapidamente... De fato, as vezes acontece assim. E é ótimo quando isso acontece. Mas para muitas de nós, é necessário um pouco mais de esforço para entrar no clima, especialmente quando estamos em uma parceria de longo prazo e a paixão do início passou. Nosso desejo é tão individual quanto nossas impressões digitais e aprender nossos padrões sexuais pode ser um processo de descoberta que dura a vida toda. No entanto, é possível simplificar e desvendar os segredos de nossos próprios estímulos. O desejo geralmente vem de duas formas: desejo espontâneo, como a imagem cinematográfica de um casal lascivo rasgando as roupas um do outro, e desejo responsivo, mais lento e com necessidade de estímulo Entender sobre estes dois padrões é desenvolver uma auto-expressão sexual. Desejo espontâneo versus desejo responsivo: qual é a diferença? Para quase todos que experimentam desejos sexuais, existem dois componentes importantes: o mental e o físico. Quando estamos mentalmente excitados, nós queremos! Planejamos, fantasiamos, imaginamos o que queremos fazer com nossa parceria e o que queremos que a parceria faça conosco. O desejo mental é aquele teatro interior. É uma história que contamos a nós mesmas no caminho para a cama. Por outro lado, a excitação física acontece no corpo. Nosso tecido erétil fica cheio de sangue, nossos mamilos ficam duros, nossa frequência cardíaca aumenta. Nossas pupilas podem dilatar e podemos sentir rubor. Embora o físico e mental não necessariamente se separam, é possível entender desejo espontâneo e responsivo a partir dos lugares em que estes dois processos acontecem primeiro. Se experimentarmos primeiro a excitação mental, depois a física - isso é desejo espontâneo. Começamos a pensar em sexo, então queremos sexo, então nosso corpo segue esse caminho mental. Se precisarmos experimentar a excitação física primeiro, antes que nosso motor mental comece a funcionar - esse é o desejo responsivo. Quando somos estimulados por meio de nossos sentidos, nossas mentes seguem o caminho na sequência. Muito simples, certo? Então, por que o desejo espontâneo é o foco na maioria das histórias sensuais que vemos e ouvimos? E se o desejo responsivo é tão normal quanto o espontâneo, por que às vezes parece que nossa libido está quebrada? Se você é alguém que precisa de estímulo físico para entrar no clima, há todo um universo para se explorar - em parceria ou sozinha.  O mito de gênero e libido Antes de continuarmos, quando usamos  “homens” e “mulheres” ao longo do texto, não temos a intenção de invalidar ou diminuir outras identidades de gênero. Fundamentalmente, somos todos indivíduos, imersos em uma mistura selvagem de biologia e socialização - o que parece ser responsável por algumas das maneiras diferentes pelas quais podemos sentir nossos impulsos sexuais. Dito isto, via de regra, o desejo espontâneo está associado à sexualidade masculina. 75% homens e 15% das mulheres relatam que sentem principalmente desejo espontâneo. Por outro lado, 30% das mulheres e apenas 5% dos homens relatam que sentem principalmente um desejo responsivo. Historicamente falando, os comportamentos e preferências de homens têm sido vistos como o "padrão", ou a maneira "correta" de fazer as coisas, o que pode explicar por que os homens são vistos como tendo libido mais elevada - quando isso não é verdade. As mulheres são capazes de ser igualmente vigorosas. Precisamos apenas de coisas diferentes para chegar lá.  
A maneira como você fala sobre sexo pode aumentar seu prazer - Feel

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A maneira como você fala sobre sexo pode aumentar seu prazer

por Time Feel
  Existe uma lacuna de prazer muito grande entre homens e mulheres. Já escrevemos sobre isso aqui no blog da Feel. Pesquisas mostram que quase todos os homens relatam orgasmos durante o sexo, mas apenas cerca de 65% das mulheres heterossexuais afirmam chegar lá. Em relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo, os números são muito menos díspares. Embora seja difícil dizer que o sexismo leva a menos orgasmos nas mulheres, um estudo mostra uma correlação. E a Dra. Laurie Mintz, professora de psicologia da Universidade da Flórida, acha que a linguagem masculina em torno do sexo é parte do problema. Estudos mostram que as mulheres têm maior probabilidade de atingir o clímax por meio do toque genital e /ou sexo oral. Apenas uma minoria de mulheres pode chegar ao orgasmo apenas com a penetração vaginal. Geralmente, as atividades que trazem mais prazer às mulheres - pois envolvem diretamente o clitóris - geralmente se resignam às preliminares. Por definição, isso significa “antes” do jogo e o estudo conduzido pela Dra. Mintz aponta que é justamente esta linguagem que trata o prazer feminino de maneira desdenhosa. “Se privilegiássemos a sexualidade feminina, chamaríamos as preliminares de ‘sexo’ e a relação sexual de pós-sexo’” diz o Dra. Mintz em seu livro Becoming Cliterate. Em vez de dizer preliminares, Ian Kerner, autor de “As mulheres primeiro”, um guia de sexo oral voltado para homens, prefere o termo “coreplay”, que eleva o status do clitóris. O ponto aqui não é dizer que os orgasmos femininos são fundamentais para os homens, mas que nossa linguagem deve refletir que ambos são importantes. Aqui estão algumas das dicas da Dra. Mintz sobre como redefinir nossa linguagem em torno do sexo para torná-la mais igual e inclusiva. Sexo é mais do que relação sexualÉ importante considerarmos o sexo como um encontro completo, que pode ou não incluir a relação sexual. Quando você quiser falar sobre um ato íntimo específico - como dar ou receber sexo oral - não se limite a agrupá-lo com todo o resto. Sexo pode ser apenas tocar sua região íntima muitas vezes, seu clitóris… Isso significa que se masturbar também é sexo ( só que solo ). É vulva, não vaginaA maioria das pessoas chama toda a genitália feminina de vagina. Mas, a menos que estejamos falando sobre onde os bebês saem e os pênis ou brinquedos sexuais entram, devemos dizer vulva. Quando nos referimos a tudo como a vagina, estamos chamando nossa anatomia pela parte que é sexualmente mais útil para os homens. E quando dizemos vagina, mas significa vulva, muitas vezes estamos dispensando o clitóris, os lábios (órgãos mais sexualmente sensíveis das mulheres). Algumas pessoas preferem se limitar a dizer vagina, porque vulva não tem o mesmo som ágil. Pode parecer complicado usar a linguagem adequada, mas devemos dizer palavras como vulva e clitóris até que elas se tornem comuns. Priorize o seu prazerCerca de 85% dos homens acham que suas parceiras sempre têm orgasmo. Portanto, ou eles não são muito observadores ou as mulheres estão fingindo. Provavelmente é um pouco dos dois, mas parte do problema é que muitas mulheres não se sentem à vontade para falar sobre o que querem, especialmente em um encontro sexual casual. Isso não só leva a menos orgasmos, mas pode levar à falta de excitação e dor durante o sexo. Não é que os homens não querem que suas parceiras se divirtam, é que elas geralmente simplesmente não sabem o que fazer. Por isso, incentivar mulheres a pedirem o que desejam durante o sexo é fundamental. “Temos que começar a usar a linguagem certa e educar rapazes e moças”, diz o Dra. Mintz. “Sexo é uma forma igual de dar e receber prazer.”